Museu Nacional de Arte Antiga

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  • Florença, primeira metade do século XV. Espalhados pela cidade há dezenas e dezenas de artífices e aprendizes a trabalhar nos ateliers dos mestres que têm em mãos projectos para palácios e catedrais. Donatello, Brunelleschi, Verrocchio e Ghiberti estão lá, como verdadeiros revolucionários na arquitectura, na escultura e na pintura, num momento em que a República de Florença vive em agitação permanente, entre lutas internas e o desejo de mostrar a sua força perante os principados que a rodeiam e a própria Igreja. Há muito dinheiro para investir em arte e a ambição de a pôr ao serviço da política, do poder.

  • Paulo Henriques, antigo director do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), é a partir de amanhã o director do Museu Nacional de Arte Contemporânea, mais conhecido como Museu do Chiado. O historiador e técnico da Direcção Geral do Património assume o cargo “em gestão corrente, o que significa que não há lugar a alterações de estratégia”, segundo explicou ao PÚBLICO.

  • Quando, no final da entrevista, chega a hora de ser fotografado, António Filipe Pimentel, o novo director do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), propõe que seja junto dos Painéis de S. Vicente. Afinal, não é esta a imagem de marca do museu? E para Pimentel "o museu é um palco". É essencial estudar e conservar o acervo, mas é preciso também mostrá-lo. "Um museu não é a Torre do Tombo do património."

  • O quadro de Bartolomé Esteban Murillo, “O casamento místico de Santa Catarina”, doado por Isabel II de Espanha ao rei D. Luís, tinha sido doado pela rainha, 10 anos antes ao Papa Pio IX. Mas o presente que seguiu para o Vaticano era uma cópia, conta o siste da revista "The art newspaper". O quadro pertence hoje à colecção do Museu Nacional de Arte Antiga.