Cerca de 4500 pessoas foram, nesta quarta-feira, retiradas do metro de Moscovo, devido a um incêndio aparentemente provocado por um cabo que se incendiou. Sete pessoas foram hospitalizadas, segundo informação do ministério das Situações de Urgência.
O incêndio começou em hora de ponta, por volta das 8h30 (5h30 em Lisboa), tendo sido rapidamente controlado. A estação de Okhotny Ryad fica perto do Kremlin. Várias das estações que servem o centro da capital russa foram encerradas.
“O fogo no túnel da estação de Okhotny Ryad foi controlado. Quase 4500 pessoas foram retiradas”, informou o ministério, num comunicado. Para o local foram enviados médicos e psicólogos.
Um porta-voz do ministério, Viktor Birioukov, disse à AFP que 45 pessoas receberam assistência médica, tendo sete delas sido hospitalizadas, devido a intoxicação por monóxido de carbono. “Incendiou-se um cabo”, afirmou também, acrescentando ser “demasiado cedo para apurar as causas”.
Inaugurado em 1935, o metro de Moscovo é utilizado nos dias úteis por uma média de sete milhões de passageiros. Um duplo atentado ocorrido em 2010 fez 40 mortos.

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