O apuramento provincial final das presidenciais em Moçambique, anunciado pelo Centro de Integridade Pública e pelos Parlamentares Europeus para a África, dá 75 por cento dos votos válidos ao Presidente Armando Guebuza.
Em seguida, surge com 16 por cento o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, e depois oito por cento ao líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango.
O mesmo apuramento, no que diz respeito às eleições de 28 de Outubro para a Assembleia da República, dá 191 deputados à Frelimo, aos quais deverão ser acrescentados os dois conseguidos nos círculos da emigração, 49 deputados à Renamo e oito ao MDM, que apenas foi autorizado a concorrer em quatro círculos.
O maior número de deputados do partido governamental Frelimo, 32, foi conseguido na província de Nampula, de onde é natural o seu líder, Guebuza.
O maior número de deputados da Renamo, 19, foi obtido na província da Zambézia; e cinco dos oito deputados do MDM correspondem à província de Sofala, onde se situa a cidade da Beira, cujo Conselho Municipal é presidido por Simango.
Todos estes números, porém, só serão oficializados depois de a Comissão Nacional de Eleições concluir o escrutínio que está a efectuar aos votos que em princípio foram tidos como nulos ou em branco.

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