À Revista 2, este domingo, o empresário Belmiro de Azevedo fala das razões que o levaram, aos 75 anos, a afastar-se das funções executivas que exerceu na Sonae durante 48 anos. Mostra perplexidade e lamento pelas privatizações perdidas, confronta a classe política actual, a quem falta “a cura necessária”, ao contrário da geração que “sofreu com a PIDE”. E diz que não vai deixar o grupo onde manterá o “poder soberano” para preservar “a cultura e os valores” da Sonae.
Belmiro de Azevedo quer preservar cultura e valores da Sonae
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