Honduras: Golpe de Estado contestado na rua

Manuel Zelaya tinha pedido aos militares para ficarem nos quartéis e confessou ao "El País": "Espero que nenhum saia para a rua". Mas o que aconteceu ontem ao Presidente das Honduras não podia estar mais longe disso. Os militares cercaram-lhe a casa, levaram-no para uma base aérea e depois para a Costa Rica. A comunidade internacional condenou o golpe e junto à residência de Zelaya juntaram-se centenas de apoiantes a chamar "traidores" aos militares.

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  • Os partidários do Presidente hondurenho, Manuel Zelaya, ocuparam as ruas da capital, Tegucigalpa, e há notícias de tiros junto ao palácio presidencial, enquanto o Presidente interino, Roberto Micheletti, decretou o estado de sítio em todo o país durante as próximas 48 horas.

  • O Presidente das Honduras Manuel Zelaya foi hoje detido pelos militares, depois de ter insistido na realização de um referendo, hoje, para alterar a Constituição e poder concorrer a um novo mandato. A consulta popular foi considerada ilegal pelo Tribunal Constitucional e hoje os militares foram buscar Zelaya a casa para o conduzir a uma base militar.

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