• Saltar para a navegação principal
  • Saltar para o conteúdo

Sites Público

Saltar para o conteúdo
  • Público
  • Fugas
  • Life&Style
  • P3
  • Ípsilon
  • Cinecartaz
  • Guia do Lazer
  • Inimigo Público

12.06.2013

Lisboa Chuva 21°C

Alterar localização

Público Público

Úteis

Saltar para o conteúdo
  • Edição Impressa
  • Emprego
  • Imobiliário
  • Serviços
    • Meteorologia
    • Loja
    • Jogos
    • TV
    • Classificados
    • Iniciativas
    • Almas Gémeas
    • Cargas e Transportes
  • Classificados
Iniciar sessão
Entrar com o Facebook Entrar com o Twitter
Ou

Esqueceu-se da sua palavra-chave?

Registar

Navegação

Saltar para o conteúdo
  • Portugal

    Portugal

  • Economia

    Economia

  • Mundo

    Mundo

  • Cultura

    Cultura

  • Desporto

    Desporto

  • Ciência

    Ciência

  • Tecnologia

    Tecnologia

  • Opinião

    Opinião

  • Multimédia

    Multimédia

Secções

Saltar para o conteúdo
  • Vídeos
  • Fotogalerias
  • Infografias

A mais mortífera das revoltas

04/01/2013 - 21:15

A ONU registou até agora 560 mil refugiados sírios nos países vizinhos e calcula que no fim de 2013 poderão ser 1,8 milhões Há um ano, o Presidente Bashar al-Assad ainda fazia discursos. “Não sou pessoa de abandonar as minhas responsabilidades”, disse na Universidade de Damasco Desertores num protesto em Idlib, no Norte da Síria. A revolta síria ganhou armas por causa dos soldados que recusavam matar civis e desertaram Os primeiros meses de 2012 Homs foi a cidade mais castigada. O cerco dos tanques do regime e os disparos duraram semanas Sírios rezam no enterro de um membro do Exército Livre da Síria morto em Idlib por milicianos das Shabbiha, grupos de assassinos às ordens do regime Há sírios a viver há mais de ano e meio em campos de refugiados na Turquia. Ancara recebe-nos mas não os deixa trabalhar nem estudar Um rebelde ergue um checkpoint na região de Idlib. Em 2012, a oposição começou a receber armas dos sauditas, dos turcos e dos qataris Antes da revolta, muitos pensavam que Bashar al-Assad era um reformista, inspirado pela sua mulher, Asma, que conhecera em Londres. O casal em 2008, numa cimeira em Paris O regime de Assad destruiu por completo a cidade de Homs, onde milhares de civis estiveram quase dois meses encurralados Em 2012, a ONU enviou para a Síria uma missão de observadores, chefiada por Ahmed Himmich, enquanto negociava um acordo de paz. Tudo falhou Quando os observadores internacionais chegaram puderam visitar a cidade de Homs – uma das primeiras que o regime quase fez desaparecer do mapa Em Maio, Assad ainda acreditava que estava a vencer e deixava-se ver em cerimónias como o Dia dos Mártires, junto ao túmulo do Soldado Desconhecido, em Damasco A repressão brutal à revolta espalhava-se mas a revolta tardava em chegar a Damasco. Em Maio, duas explosões visaram um complexo dos serviços secretos Num exercício de ficção, como se não houvesse revolta nem repressão, o Governo organizou eleições e um novo Parlamento tomou posse em Maio Em Junho, a oposição começou a aproximar-se das grandes cidades, como Damasco e Alepo – e rapidamente conquistou os subúrbios da capital económica síria Já havia milhares de deserções no Exército mas nenhum piloto sírio desertara. O primeiro foi Hassan al-Mahada, que em Junho fez aterrar o seu MiG-21 na Jordânia Enquanto os rebeldes não entravam em Damasco, diferentes grupos atacaram a cidade em atentados bombistas. Em Junho, o alvo foi um autocarro militar Membros do Exército Livre da Síria, grupo que tenta organizar os militares que desertaram das forças de segurança, em Kafranbel, perto de Idlib Foi em Julho que os rebeldes ousaram entrar em Damasco e em Alepo. Em Alepo, cidade de 3 milhões, os confrontos violentos ainda continuam Um combatente do Exército Livre da Síria caminha entre os destroços de uma casa em Azaz, cidade do norte da Síria que hoje é controlada pelos rebeldes Em Julho, o Governo decidiu libertar 275 sírios que tinham sido detidos por participarem em protestos. Muitos milhares ficaram nas prisões Por medo das deserções, o regime demorou até recorrer em força à aviação. Mas nos últimos meses, houve helicópteros a disparar mísseis e aviões a lançar bombas de todos os tipos Numa das suas últimas entrevistas, Assad falou a um jornal turco em Julho para lamentar o derrube de um caça turco que disse ter sido abatido em espaço aéreo sírio Durante o pico da violência no Iraque, entre 2005 e 2007, centenas de milhares de iraquianos fugiram para a Síria. Em 2012, muitos fugiram de volta a Bagdad Antes de Bashar houve Hafez, o temível pai do actual ditador sírio. Até ao início desta revolta, as fotos dos dois, com o irmão Bassel, estavam por todo o lado na Síria Rebeldes sírios à procura atiradores furtivos nos telhados, depois de atacarem a sede do governo municipal em Selehattin, perto de Alepo Rebeldes tomam posições dentro de uma casa de habitação Alepo, onde a Guerra se trava bairro a bairro, casa a casa Combatente do Exército Livre da Síria dispara um lança-rockets no bairro de Salahedin, no centro de Alepo Depois de entrarem nas grandes cidades, os rebeldes sírios começaram a fazer muitos prisioneiros. Aqui, obrigam um polícia capturado a caminhar Em Agosto já se combatia em Damasco, mas Bashar al-Assad ainda participou na oração do Eid al-Fitr, a festa que assinala o fim do Ramadão, numa mesquita da capital Um menino brinca com a metralhadora AK-47 do seu pai em Azaz, 47 quilómetros a norte de Alepo Um combatente do Exército Livre da Síria abriga-se durante combates com as forças do regime no centro de Alepo Este membro da oposição armada acaba de ver morrer um amigo em confrontos no bairro de Salahedin, no centro de Alepo Um sírio fotografa com o seu telemóvel os destroços causados por um bombardeamento do Governo no bairro de Tariq al-Bab, em Alepo Um menino ferido nos combates é tratado num hospital perto da linha da frente dos confrontos em Alepo Um adolescente parece estar de guarda a estes três corpos tapados numa rua de Alepo, perto de um dos hospitais improvisados por toda a cidade Os confrontos começaram em Julho e em Setembro grande parte de Alepo já estava reduzida a escombros Um menino ferido na chegada ao hospital Dar al-Shifa de Alepo, depois de ataques da aviação do regime de Bashar al-Assad Sessão de treino na província de Idlib, junto à fronteira com a Turquia. Desde que a oposição armada começou a ganhar corpo que esta região funciona como base Muitos milhares de sírios morreram nos últimos meses em Alepo. Este homem acabou de perder o pai, num ataque do Governo, no bairro Shaar Há partes da capital síria que já foram engolidas pela guerra, mas ainda há ruas com gente e lojas abertas O hospital Dar al-Shifa, de Alepo, no bairro de Shaar, não sobreviveu à guerra nem aos bombardeamentos Combatente do Exército Livre tira um rapaz da linha de fogo dos snipers durante combates em Alepo. Em Azaz, cidade a norte de Alepo, os cemitérios já deixaram de chegar há muito e têm sido abertas muitas novas campas Com o bazar, a cidadela de Alepo faz parte da Cidade Antiga, considerada pela UNESCO Património da Humanidade. Agora é um campo de batalha Combatente da oposição, membro de um grupo que tenta conquistar um aeroporto militar do Norte, numa pausa para ler o Corão. Muitos rebeldes nunca deixam de fazer as suas orações, mesmo os que estão, como estes, na linha da frente dos combates em Alepo

Em 2012, a contestação na Síria transformou-se numa mortífera guerra civil, com o regime a recorrer à política de terra queimada.

  • 5
  • Partilhar no Facebook
  • Partilhar no Twitter
  • Partilhar no Google+

Artigos relacionados

  • Hamza e Basel tornaram-se símbolos dos 60 mil mortos sírios

    Por Sofia Lorena

    04/01/2013

    A guerra está a matar todos os dias uns 200 sírios, 150 num dia, 400 noutro. Em 2013, diz a ONU, podem morrer 100 mil. A maioria vai permanecer anónima.

  • PAM não consegue enviar ajuda alimentar a um milhão de sírios

    Por PÚBLICO

    08/01/2013

    Restrições impostas pelo regime ao trabalho das organizações humanitárias e intensificação dos combates deixam um milhão de pessoas em risco de fome

Comentários

Os comentários a este artigo estão fechados. Saiba porquê.
Público

© 2012 Público

Comunicação Social SA

  • Facebook
  • Twitter
  • Google+
  • RSS

Mapa do site

  • Secções

    • Portugal
    • Economia
    • Mundo
    • Cultura
    • Desporto
    • Ciência
    • Tecnologia
    • Opinião
    • Multimédia
    • Edição Impressa
    • Tópicos
  • Sites Público

    • Fugas
    • Life&Style
    • P3
    • Ípsilon
    • Cinecartaz
    • Guia do Lazer
    • Inimigo Público
  • Serviços

    • Meteorologia
    • Loja
    • Emprego
    • Jogos
    • TV
    • Classificados
    • Imobiliário
    • Iniciativas
    • Almas Gémeas
    • Cargas e Transportes
  • QUIOSQUE PÚBLICO

    • Assinaturas
    • Aplicações Mobile
    • Sites Mobile
    • Tablet
    • Kindle
  • Informações

    • Novo site
    • Contactos
    • Ficha Técnica
    • Autores
    • Ajuda
    • Comentários e Inquéritos
    • Público+
    • Provedor do Leitor
    • Termos e Condições
    • Política de Privacidade
    • Publicidade

Conteúdo exclusivo para assinantes

Para continuar a ler, faça login ou assine já.

Iniciar Sessão

Entrar com o Facebook Entrar com o Twitter
Ou

Esqueceu-se da sua palavra-chave?

Assine o Público

Ligue 760 10 50 20
Assinatura Diária*

Para usufruir de uma assinatura diária e ter acesso a todos os conteúdos exclusivos durante o dia de hoje.

Tome nota do código e introduza-o no campo ao lado para iniciar a sessão.

Condições [+]

Subscrever
Outras modalidades

A partir de 2,30€

* Número válido apenas para Portugal. Custo da chamada €0,60 + IVA. Esta assinatura é válida até ao final do dia corrente.

Disponível para leitores registados

Para guardar o artigo, inicie sessão ou registe-te já

Iniciar Sessão

Entrar com o Facebook Entrar com o Twitter
Ou

Esqueceu-se da sua palavra-chave?

Registe-se já

Registe-se no Público para guardar quantos artigos quiser para ler mais tarde, participar dos inquéritos, tornar-se um moderador de comentários e muito mais.

Registar

Conteúdo exclusivo

Para continuar a ler, digite o número de telefone e pin que recebeu.

Esqueceu-se da sua palavra-chave?

Aceda ao Arquivo do Público

Ligue 760 10 50 21*  >  0,60€ + iva

Consulte o Arquivo do Público e tenha acesso a todos os jornais e suplementos desde Fevereiro de 2001.

* Número válido apenas para Portugal. Custo da chamada €0,60 + IVA. Esta subscrição é válida por 24 horas; Cada PIN fornecido permitirá o acesso a 3 edições do arquivo e respectivos suplementos.

Os assinantes Público apenas têm acesso às edições do arquivo em formato PDF dos últimos 30 dias.

Tome nota do código e introduza-o no campo ao lado para iniciar a sessão.

Condições [+]

Assine já

Assine o Público Digital a partir de 2,30 € e aceda a todos os conteúdos exclusivos que temos para si.

Assinar