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O Funchal de Max Römer quatro décadas depois

Por Vanessa Rato e Enric Vives-Rubio

17/04/2013 - 16:43

“Pilar de Banger” (1945) Pilar de Banger hoje Capa do livro "A Glimpse of Madeira" (1948) Vista da Estrada da Pedra Sina Desenho da Praça do Infante (sem título e sem data) Praça do Infante “Capela da Srª da Conceição. Rua da Carreira” (1926) Capela da Sr.ª da Conceição “Fonte Imperatriz D. Amélia” (1933) Fonte Imperatriz D. Amélia “Calçada da Cabouqueira” (1940) Calçada da Cabouqueira “Capitania do Funchal” (1956) Capitania do Funchal “Hotel Belmonte” (1929) Hotel Belmonte “Funchal Nocturno. Vista do Lazareto” (1937)            Funchal nocturno

Alemão de Hamburgo, Römer desembarcou no Funchal em 1922 e morreu, ainda no Funchal, em 1960. Foi antes do início da construção dos grandes empreendimentos que nas últimas décadas transformaram radicalmente a ilha. No Portugal de 2013, o que ao longo de quarenta anos este antigo desenhador foi passando para as suas telas, desenhos, aguarelas e para os postais e cartazes com que promoveu internacionalmente a Madeira, perfila-se como um sonho distante.

A “costa recortada e acidentada, toda ela altos promontórios e pequenas praias” que descreveu nessa entrevista, as “vertentes, cheias de cultura, em que o verde varia até ao inverosímil”… Sobre tudo isso há hoje um sem fim de casas, estradas e rotundas. As “povoações tão fortemente cheias de pitoresco” deixaram de se encontrar “em excesso”, agora submersas sob um manto de uniformização. E muitas das vistas deixaram mesmo de existir, estando hoje tapadas por prédios.

Römer, que foi talvez o maior marketeer da Madeira, surge agora como testemunho de um passado irrecuperável. A Casa das Mudas, no Funchal, dedica à sua obra uma grande exposição, a maior até hoje. O PÚBLICO fotografou o que está hoje nalguns dos espaços que o apaixonaram e que transpôs para a sua obra.

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