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Paulo Rocha, uma referência incontornável do cinema português

05/01/2013 - 14:27

O último filme de Paulo Rocha começou por se chamar <i>Olhos Vermelhos</i> O realizador decidiu-se, depois, pelo título “Se Eu Fosse Ladrão, Roubava” O director de fotografia Acácio de Almeida (dir.) trabalhou com Paulo Rocha desde os anos 70 O filme, de carácter autobiográfico, foi rodado em Ovar, na Primavera de 2009 Joana Bárcia (à esq.), presença habitual no cinema de Paulo Rocha, num momento da caracterização Joana Bárcia, Raquel Dias e Carla Chambel, numa história passada nos anos a seguir à 1ª Guerra Mundial O filme foi rodado em casas e propriedades da família do realizador “O meu pai nasceu ali em baixo. A casa ainda tem a cama onde o meu avô morreu” Paulo Rocha imaginou o seu filme como “uma fantasia” em homenagem ao pai, falecido prematuramente Júlia Buisel (à esq.), anotadora habitual de Manoel de Oliveira, faz também parte da trupe afectiva de Paulo Rocha Paulo Rocha imaginou este filme ainda nos anos 1990, Regina Guimarães ocupar-se-ia depois do texto “Agora, com o vídeo, podemos experimentar à-vontade, já não filmámos a metro”, dizia Paulo Rocha Isabel Ruth é o principal rosto do cinema de Paulo Rocha desde “Verdes Anos” (1963) O filme “é uma forma de eu tentar perceber de onde vêm as minhas virtudes e os meus defeitos” “Se Eu Fosse Ladrão, Roubava” foi sendo construído como um puzzle de histórias e imagens Isabel Ruth e Luís Miguel Cintra (pai Vitalino) são os dois actores mais fiéis do realizador “Depois que tive um AVC, mexo-me mal e, por isso, procuro as pessoas que sei que podem colaborar mais facilmente comigo”

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