Moçambique

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  • A construção de uma linha férrea de 500 quilómetros e de um porto de águas profundas vai ser feita por um consórcio luso-chinês que será detido em 50% pela Mota-Engil. O CEO da empresa concessionária, a TML – Thai Moçambique Logística, é português.

  • Estudo da organização WaterAid identifica a quinta maior economia de África como o país em que há menos acesso a água limpa.

  • Grupo fabricante de refrigerantes, sumos e néctares defende que Imposto Especial de Consumo sobre as bebidas açucaradas irá ter “impacte negativo certamente significativo” este ano.

  • Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, o chefe da diplomacia portuguesa não mostra o mínimo sinal de tensão quando fala de Angola ou Moçambique. Diz que "todas as relações bilaterais têm questões", mas que continua "a exprimir confiança — e não é apenas por obrigação profissional".

  • A operadora de TV por satélite adianta apenas que a SIC Notícias e a SIC Internacional "já não fazem parte do pacote distribuído pela Zap devido a uma mudança da grelha de difusão dos programas", mantendo outros canais da estação de Carnaxide.

  • Rabhia, a obra preferida do júri presidido por Mia Couto, mapeia uma capital e um país compostos por várias camadas, entre as quais o passado colonial e a guerra civil.

  • Mergulhado numa profunda crise económica, Moçambique tem falta de cash e de credibilidade política internacional.

  • Sábado termina mais um cessar-fogo, que acaba de ser prolongado. Frelimo e Renamo falam em “paz efectiva”. As duas partes querem espaço para experimentar um novo modelo de negociações.