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Um documentário sobre a guerra colonial, o nosso Vietname, abre esta sexta-feira o Festival Rotas & Rituais, que este ano festeja o 40.º aniversário da independência das ex-colónias portuguesas em África. Filmes, conferências e concertos para que finalmente façamos "as perguntas difíceis".

  • Um documentário sobre a guerra colonial, o nosso Vietname, abre esta sexta-feira o Festival Rotas & Rituais, que este ano festeja o 40.º aniversário da independência das ex-colónias portuguesas em África. Filmes, conferências e concertos para que finalmente façamos "as perguntas difíceis".

  • Uma geração de apátridas da língua, todos muito destros em declamar que a “a nossa pátria é a língua portuguesa”, minimizam a nossa identidade e a nossa liberdade. É como se estivéssemos condenados a escrever como se urrássemos em vez de falar.

  • O caos ortográfico a que chamam acordo é algo que a política quis e quer impor, à força, à ciência.

  • Se em países africanos o português é factor de “unidade”, em Timor se se falar apenas português os jornalistas “não vão perceber”, foi dito no debate “O futuro da língua portuguesa”.

  • Ao contrário do que diz, a escrita é um repositório de enxames de significações ancoradas em redes etimológicas e um tesouro da memória. Na medida do possível, a ortografia deveria evitar o seu apagamento.