Moçambique

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  • Na Grande Guerra de 1914-18, o exército português sofreu a sua maior derrota em África desde Alcácer Quibir. No Norte de Moçambique morreram mais soldados portugueses do que na Flandres. Não tanto pela razia das balas alemãs. Mais pela fome, pela sede, pela doença e pela incúria. Minada pela vergonha, a I Guerra em Moçambique acabou votada ao esquecimento. Não tinha lugar numa nação que até 1974 sonhava com um império ultramarino. Numa viagem de mais de 2500 quilómetros, o PÚBLICO foi à procura dessa guerra sem rosto. Os cemitérios dos soldados foram profanados ou são lixeiras, mas o milagre da tradição oral conservou as suas memórias até hoje.

  • As novas “minas de ouro” em África não são de cobre, gás ou petróleo. O potencial agrícola do continente está a criar uma corrida às terras aráveis: a China e o Brasil já lá estão, mas também Bill Gates.

  • Em Portugal, a quem serve a entrada da Guiné Equatorial na CPLP?

  • Já foi abordada a exploração conjunta de hidrocarbonetos e a discussão da CPLP do futuro incide sobre a economia. A praxis que leva à entrada da Guiné Equatorial, de língua espanhola pela colonização, que fala francês por imposição francófona e estuda português por conveniência.

  • O encontro dos dois Presidentes durou pouco mais de trinta minutos, sem que houvesse declarações à imprensa no final.

  • Bispos e responsáveis episcopais e sociais das Igrejas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reúnem-se a partir desta segunda-feira em Luanda para estreitar laços e manter uma linha pastoral única.