Uma promessa eleitoral feita especialmente para si
A democracia é o regime do confronto de opiniões e das escolhas entre diferenças. Não pode ser o regime onde se escondem confrontos e se disfarçam diferenças.
A democracia é o regime do confronto de opiniões e das escolhas entre diferenças. Não pode ser o regime onde se escondem confrontos e se disfarçam diferenças.
A democracia é o regime do confronto de opiniões e das escolhas entre diferenças. Não pode ser o regime onde se escondem confrontos e se disfarçam diferenças.
Por Peter Singer
Não há dúvida de que muitas pessoas em todo o mundo, ou até uma grande maioria, suspiraram de alívio com a reeleição do Presidente norte-americano Barack Obama. Uma sondagem da BBC World em 21 países revelou uma forte preferência por Obama, excepto no Paquistão. A alegria à volta dos resultados das eleições não deve, no entanto, iludir-nos em relação ao seu fracasso no cumprimento de uma série de modelos de ética numa escolha democrática.
Por Rita Siza
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi declarado o vencedor da eleição na Florida, ao fim de quatro dias de contagem de todos os boletins de voto daquele estado.
Por Catarina Fernandes Martins
As eleições norte-americanas foram fortemente seguidas nas redes sociais: o Twitter e o Facebook registaram resultados recorde. Donald Trump expressou o seu descontentamento no Twitter com frases iradas sobre o sistema eleitoral norte-americano e apelando a uma revolução. Mais tarde, apagou alguns desses comentários. Obama escreveu três tweets seguidos depois de ter saído vitorioso. Um deles é já o mais popular e retweetado (partilhado pelos utilizadores do Twitter) de sempre.
Por Rita Siza , Victor Ferreira , Bárbara Reis , Hugo Torres , Catarina Fernandes Martins , João Dias e Ana Gomes Ferreira
O PÚBLICO acompanha a noite eleitoral norte-americana que decidiu a reeleição de Barack Obama para o cargo de Presidente dos Estados Unidos. Para actualizar o conteúdo desta página, carregue no botão de actualizar do seu browser (navegador) ou na tecla F5 do teclado. Para participar com contributos ou questões, envie por email para leitores@publico.pt.
O dia de uma eleição é sempre longo para um candidato e cada um gere essa ansiedade à sua maneira. O mesmo acontece nestas eleições americanas, em que Mitt Romney e Barack Obama preencheram o dia de formas bem diferentes.
Por Teresa de Sousa
Se os 27 países da União Europeia tivessem de eleger o próximo Presidente americano, Barack Obama ganharia facilmente todos os votos do Colégio Eleitoral. Por maiorias esmagadoras em alguns países, como a Alemanha ou a França, ou por maiorias muito confortáveis, como no Reino Unido e na Itália, ou mesmo nos países da Europa Central e de Leste a que Donald Rumsfeld chamava "a nova Europa". Talvez um pouco menos do que nas eleições de 2008. Ainda assim, uma vitória absoluta sobre um candidato chamado Mitt Romney, que tem todas as características para desagradar aos europeus - é mórmon, suspeito de ser um "herdeiro" de George W. Bush, que gosta de acusar o seu adversário democrata de ser demasiado "europeu".
Por Kathleen Gomes
Tem tudo para dar certo e é por isso que imprensa americana e a classe política insistem que ele é o rival inevitável de Barack Obama nas eleições de Novembro. Há quem diga que se tem todas as qualidades que os republicanos gostariam de ver num Presidente, faltam-lhe os atributos que procuram num candidato. Até os críticos concedem que "parece presidencial". Mas ninguém sabe quais são as suas convicções. Pura ambição pessoal? Um chamamento edipiano? Até para os seus biógrafos, Romney é "um muro, uma couraça, uma máscara". Texto publicado na 2 a 8 de Abril de 2012
Por João Dias
À medida que se aproximaram as eleições presidenciais norte-americanas, choveram declarações públicas de apoio aos candidatos. Clint Eastwood vota Romney, mas George Clooney apoia Obama. E o que é que cada candidato tem a ganhar com isso?
Chegou o dia do veredicto para os dois candidatos à Casa Branca. Depois de milhares de quilómetros percorridos, centenas de comícios e milhões de dólares gastos numa campanha que se fez até ao último fôlego, os eleitores norte-americanos são hoje chamados a decidir entre Barack Obama e Mitt Romney. E os resultados na primeira localidade a votar são pouco animadores para quem espera uma noite eleitoral curta.
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