Mitt Romney

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  • Não há dúvida de que muitas pessoas em todo o mundo, ou até uma grande maioria, suspiraram de alívio com a reeleição do Presidente norte-americano Barack Obama. Uma sondagem da BBC World em 21 países revelou uma forte preferência por Obama, excepto no Paquistão. A alegria à volta dos resultados das eleições não deve, no entanto, iludir-nos em relação ao seu fracasso no cumprimento de uma série de modelos de ética numa escolha democrática.

  • As eleições norte-americanas foram fortemente seguidas nas redes sociais: o Twitter e o Facebook registaram resultados recorde. Donald Trump expressou o seu descontentamento no Twitter com frases iradas sobre o sistema eleitoral norte-americano e apelando a uma revolução. Mais tarde, apagou alguns desses comentários. Obama escreveu três tweets seguidos depois de ter saído vitorioso. Um deles é já o mais popular e retweetado (partilhado pelos utilizadores do Twitter) de sempre.

  • O PÚBLICO acompanha a noite eleitoral norte-americana que decidiu a reeleição de Barack Obama para o cargo de Presidente dos Estados Unidos. Para actualizar o conteúdo desta página, carregue no botão de actualizar do seu browser (navegador) ou na tecla F5 do teclado. Para participar com contributos ou questões, envie por email para leitores@publico.pt.

  • Se os 27 países da União Europeia tivessem de eleger o próximo Presidente americano, Barack Obama ganharia facilmente todos os votos do Colégio Eleitoral. Por maiorias esmagadoras em alguns países, como a Alemanha ou a França, ou por maiorias muito confortáveis, como no Reino Unido e na Itália, ou mesmo nos países da Europa Central e de Leste a que Donald Rumsfeld chamava "a nova Europa". Talvez um pouco menos do que nas eleições de 2008. Ainda assim, uma vitória absoluta sobre um candidato chamado Mitt Romney, que tem todas as características para desagradar aos europeus - é mórmon, suspeito de ser um "herdeiro" de George W. Bush, que gosta de acusar o seu adversário democrata de ser demasiado "europeu".

  • Tem tudo para dar certo e é por isso que imprensa americana e a classe política insistem que ele é o rival inevitável de Barack Obama nas eleições de Novembro. Há quem diga que se tem todas as qualidades que os republicanos gostariam de ver num Presidente, faltam-lhe os atributos que procuram num candidato. Até os críticos concedem que "parece presidencial". Mas ninguém sabe quais são as suas convicções. Pura ambição pessoal? Um chamamento edipiano? Até para os seus biógrafos, Romney é "um muro, uma couraça, uma máscara". Texto publicado na 2 a 8 de Abril de 2012

  • Chegou o dia do veredicto para os dois candidatos à Casa Branca. Depois de milhares de quilómetros percorridos, centenas de comícios e milhões de dólares gastos numa campanha que se fez até ao último fôlego, os eleitores norte-americanos são hoje chamados a decidir entre Barack Obama e Mitt Romney. E os resultados na primeira localidade a votar são pouco animadores para quem espera uma noite eleitoral curta.