Miguel Relvas

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  • Um leitor, devidamente identificado, acusou-me de me estar a demitir das minhas funções. Omito o nome, pois trata-se de uma crítica muito incisiva sobre o comportamento do provedor e de modo algum gostava de imprimir um cariz delatório a esta reflexão. São fundamentalmente dois os argumentos que consolidam esta acusação: 1) quando a questão do conflito ucraniano esteve mais presente na agenda mediática, encobri a parcialidade com que o PÚBLICO tratou este assunto; 2) habitualmente escamoteio a falta de cobertura que o PÚBLICO dá às realizações do PC.

  • Entre explicações mornas de uma reforma - a do poder local - que ficou por concluir, só houve um momento de exaltação e entusiasmo que despertou a plateia. O elogio de Barroso a Passos.

  • Poucos dias depois da notícia de que 105 ex-alunos da Lusófona perderam o seu grau académico, o ex-ministro defende não ter beneficiado de qualquer privilégio.

  • Seis anos medeiam a auditoria da inspecção da Educação à Universidade Lusófona e a divulgação da lista de alunos cujas licenciaturas foram declaradas nulas.

  • Houve irregularidades na atribuição de créditos por parte da universidade em que o ex-ministro Miguel Relvas obteve a licenciatura. Engenharia do Ambiente e Estudos da Segurança são os cursos mais afectados.

  • No caso das irregularidades da Lusófona, há um responsável central: a própria universidade.