Miguel Relvas

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Estamos a um mês e meio das eleições legislativas e António Costa e o PS continuam a lutar em vão para sair do buraco defensivo onde a imparável máquina de comunicação e de contra comunicação do PSD e do CDS os confinou. Os socialistas e o seu líder não perceberam ainda que os seus adversários políticos estão há anos a aprender a usar as redes sociais para armadilhar as campanhas e desta vez estão a conseguir resultados demolidores. Nos casos dos cartazes ou na história dos empregos que serão criados por um eventual governo do PS, bastou o lançamento de rápidas medidas de contra-resposta baseadas em mensagens básicas e potencialmente polémicas para alastrarem pelo Facebook ou pelo Twitter para que os socialistas acabassem acossados por pedidos de desculpas ou em explicações destinadas a conter os danos.

  • Estamos a um mês e meio das eleições legislativas e António Costa e o PS continuam a lutar em vão para sair do buraco defensivo onde a imparável máquina de comunicação e de contra comunicação do PSD e do CDS os confinou. Os socialistas e o seu líder não perceberam ainda que os seus adversários políticos estão há anos a aprender a usar as redes sociais para armadilhar as campanhas e desta vez estão a conseguir resultados demolidores. Nos casos dos cartazes ou na história dos empregos que serão criados por um eventual governo do PS, bastou o lançamento de rápidas medidas de contra-resposta baseadas em mensagens básicas e potencialmente polémicas para alastrarem pelo Facebook ou pelo Twitter para que os socialistas acabassem acossados por pedidos de desculpas ou em explicações destinadas a conter os danos.

  • Um leitor, devidamente identificado, acusou-me de me estar a demitir das minhas funções. Omito o nome, pois trata-se de uma crítica muito incisiva sobre o comportamento do provedor e de modo algum gostava de imprimir um cariz delatório a esta reflexão. São fundamentalmente dois os argumentos que consolidam esta acusação: 1) quando a questão do conflito ucraniano esteve mais presente na agenda mediática, encobri a parcialidade com que o PÚBLICO tratou este assunto; 2) habitualmente escamoteio a falta de cobertura que o PÚBLICO dá às realizações do PC.

  • Entre explicações mornas de uma reforma - a do poder local - que ficou por concluir, só houve um momento de exaltação e entusiasmo que despertou a plateia. O elogio de Barroso a Passos.

  • Poucos dias depois da notícia de que 105 ex-alunos da Lusófona perderam o seu grau académico, o ex-ministro defende não ter beneficiado de qualquer privilégio.

  • Seis anos medeiam a auditoria da inspecção da Educação à Universidade Lusófona e a divulgação da lista de alunos cujas licenciaturas foram declaradas nulas.

  • Houve irregularidades na atribuição de créditos por parte da universidade em que o ex-ministro Miguel Relvas obteve a licenciatura. Engenharia do Ambiente e Estudos da Segurança são os cursos mais afectados.