Como é que o mosquito da malária, enquanto suga a sua vítima, impede que a coagulação do sangue que lhe serve de refeição? Cientistas do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) da Universidade do Porto, com colegas de Espanha e França, desvendaram agora o mecanismo usado pelos mosquitos do género Anopheles.

  • Como é que o mosquito da malária, enquanto suga a sua vítima, impede que a coagulação do sangue que lhe serve de refeição? Cientistas do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) da Universidade do Porto, com colegas de Espanha e França, desvendaram agora o mecanismo usado pelos mosquitos do género Anopheles.

  • O Sudeste asiático tem sido o melhor berço para o aparecimento de parasitas resistentes aos medicamentos contra a malária. Quando foram relatados casos de resistência à artemisinina no Camboja, em 2008, as organizações internacionais de saúde esforçaram-se para matar o parasita no país. Agora, uma investigação revela os primeiros sinais do mesmo fenómeno na Tailândia. O trabalho desta equipa — que resultou em dois artigos diferentes publicados nesta quinta-feira, um na revista The Lancet e outro na Science — associou a resistência a regiões do ADN do parasita.

  • Malária, febre de dengue e outras doenças transmitidas por mosquitos podem ter a propagação mais dificultada com um novo material desenvolvido em Portugal. Uma equipa de cientistas, liderada pela Universidade do Minho (UM), criou um material que liberta repelentes e insecticidas por acção da luz solar. Já mereceu atenção no Brasil e é visto como uma forma de combater epidemias nos países em desenvolvimento.

  • Um estudo que acaba de ser publicado na revista científica Lancet revela que cerca de 1,24 milhões de pessoas morreram com malária em 2010 – um número muito superior às estimativas da maior parte dos organismos internacionais. As piores estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontavam para 655 mil mortes, o que indicaria que a doença estava a ser controlada nos países onde ainda é endémica.