Susto em elevador de shopping de Coimbra

Ainda são desconhecidas as causas do incidente, ocorrido no Centro Comercial Avenida. As seis pessoas que estavam no ascensor foram ao hospital, com ferimentos muito ligeiros ou por mera precaução

Elevador caiu do sexto para o quarto andar Carla Carvalho Tomás/Arquivo

A queda de um elevador, do sexto para o quarto andar (o piso mais baixo, onde o ascensor termina a marcha) do primeiro bloco do Centro Comercial Avenida, em Coimbra provocou na madrugada desta quinta-feira seis feridos ligeiros, confirmou ao PÚBLICO o administrador do shopping.

Fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra adiantou à Lusa que a ocorrência se registou às 2h39, no Centro Comercial Avenida, um complexo de dois edifícios com entradas pela Avenida Sá da Bandeira, próximo da Praça da República, e pela Rua de Antero de Quental. Foi neste último bloco que ocorreu o acidente, cujas causas estão a ser investigadas pela empresa responsável pela manutenção do elevador.

As seis pessoas que se encontravam no interior do ascensor foram transportadas ao Hospital da Universidade de Coimbra, algumas apenas por precaução, devido ao susto que sofreram, e outras com pequenos ferimentos, referiu o CDOS. O administrador do condomínio do centro comercial, Humberto Almeida, disse ao PÚBLICO que o elevador desceu a uma velocidade normal, de tal modo que o sistema automático de travagem nem chegou a entrar em acção. Contudo, em vez de se deter no quarto andar, o elevador foi até ao final do curso, cerca de meio metro abaixo, batendo nas molas do fundo do vão do ascensor.

De acordo com a mesma fonte, as seis pessoas a bordo, lojistas e clientes do shopping, afligiram-se particularmente com o facto de o vigilante do centro comercial, que dispunha da chave de abertura de emergência do elevador pelo exterior, se encontrar, contra as regras, no interior do ascensor com elas. A solução foi, assim, chamar os bombeiros, por telemóvel.

Acorreram também ao local elementos da PSP e do INEM. Ainda segundo Humberto Almeida, algumas das pessoas envolvidas no acidente, já avisaram que pretendem ser ressarcidas das taxas moderadoras que pagaram no hospital. O elevador foi selado e está a ser objecto de perícias.

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