As revoluções que varreram o mundo árabe durante os últimos dois anos deixaram a descoberto a extraordinária fragilidade dos principais Estados árabes. Com a excepção de países históricos, como o Egipto ou Marrocos, a maioria dos Estados árabes são construções artificiais do colonialismo europeu, que agruparam tribos e etnias diferentes em Estados unitários, apenas capazes de se manter unidos sob um governo autoritário e perante um inimigo comum - o sionismo e seus patronos ocidentais.

  • As revoluções que varreram o mundo árabe durante os últimos dois anos deixaram a descoberto a extraordinária fragilidade dos principais Estados árabes. Com a excepção de países históricos, como o Egipto ou Marrocos, a maioria dos Estados árabes são construções artificiais do colonialismo europeu, que agruparam tribos e etnias diferentes em Estados unitários, apenas capazes de se manter unidos sob um governo autoritário e perante um inimigo comum - o sionismo e seus patronos ocidentais.

  • A secretária de Estado norte-americana assumiu a responsabilidade pelas falhas de segurança que permitiram o atentado contra o consulado dos Estados Unidos na cidade líbia de Bengasi, Em Setembro, que resultou na morte do embaixador Christopher Stevens.

  • Horas depois da rebelião dos habitantes de Bengasi para expulsar da cidade as milícias islamistas, as autoridades líbias decidiram, sábado à noite, dissolver todos os grupos armados que não acatem a autoridade do Estado.

  • Pelo menos onze pessoas morreram na noite de sexta-feira para sábado na cidade líbia de Bengasi quando centenas de manifestantes atacaram e expulsaram do seu quartel-general o grupo extremista que Washington suspeita ser responsável por um atentado ao seu consulado.

  • O embaixador norte-americano na Líbia é uma das quatro vítimas mortais do ataque ao consulado dos EUA em Bengasi na terça-feira à noite, levado a cabo por homens armados que protestavam contra um filme que, segundo eles, é ofensivo para o islão.