• “Estamos determinados a continuar o nosso movimento até à saída de Ali Zeidan”, disse um dos líderes dos homens armados.

  • Dois guardas feridos, um deles em estado grave. Primeiro atentado na capital desde a queda de Khadafi.

  • Numa encosta fronteira à cidade turca de Gaziantep, os lança-mísseis Patriot permanecem vigilantes sob o comando e controlo da NATO. Esta é apenas uma das seis baterias de mísseis Patriot de três países aliados – Alemanha, Holanda e Estados Unidos – que oferecem protecção a milhões de pessoas na fronteira turco-síria. O destacamento demonstra o compromisso permanente da NATO com a sua missão principal: manter a segurança dos seus membros. Demonstra também que, quando uma crise deflagra, não existem substitutos para a defesa e a dissuasão eficaz.

  • Em menos de dois anos, a França levou a cabo três intervenções militares decisivas no estrangeiro. Em Março de 2011, os seus ataques aéreos na Líbia (juntamente com os da Grã-Bretanha) atravessaram-se no caminho das tropas do coronel Muammar Khadafi, quando se preparavam para voltar a tomar a cidade de Bengasi. Um mês depois, as forças francesas na Costa do Marfim prenderam o Presidente Laurent Gbagbo, que se recusou a reconhecer a vitória eleitoral do seu adversário, colocando o país em risco de uma guerra civil. Agora a França interveio no Mali.

  • As revoluções que varreram o mundo árabe durante os últimos dois anos deixaram a descoberto a extraordinária fragilidade dos principais Estados árabes. Com a excepção de países históricos, como o Egipto ou Marrocos, a maioria dos Estados árabes são construções artificiais do colonialismo europeu, que agruparam tribos e etnias diferentes em Estados unitários, apenas capazes de se manter unidos sob um governo autoritário e perante um inimigo comum - o sionismo e seus patronos ocidentais.

  • Hillary Clinton disse que aceita as conclusões e que vai pôr em prática todas as recomendações.