Atentado perto de hospital na Líbia faz pelo menos 15 mortos
Balanço provisório feito pelo Governo líbio dá ainda conta de 30 feridos.
Por PÚBLICO
Balanço provisório feito pelo Governo líbio dá ainda conta de 30 feridos.
Por PÚBLICO
Balanço provisório feito pelo Governo líbio dá ainda conta de 30 feridos.
Por AFP e PÚBLICO
“Estamos determinados a continuar o nosso movimento até à saída de Ali Zeidan”, disse um dos líderes dos homens armados.
Por Agências
Dois guardas feridos, um deles em estado grave. Primeiro atentado na capital desde a queda de Khadafi.
Por Anders Rasmussen
Numa encosta fronteira à cidade turca de Gaziantep, os lança-mísseis Patriot permanecem vigilantes sob o comando e controlo da NATO. Esta é apenas uma das seis baterias de mísseis Patriot de três países aliados – Alemanha, Holanda e Estados Unidos – que oferecem protecção a milhões de pessoas na fronteira turco-síria. O destacamento demonstra o compromisso permanente da NATO com a sua missão principal: manter a segurança dos seus membros. Demonstra também que, quando uma crise deflagra, não existem substitutos para a defesa e a dissuasão eficaz.
Por PÚBLICO
Alemanha e Holanda fizeram apelo idêntico. Não foram dados pormenores sobre a ameaça que pode estar ligada aos grupos islamistas que operam no Norte de África.
Por Zaki Laïdi
Em menos de dois anos, a França levou a cabo três intervenções militares decisivas no estrangeiro. Em Março de 2011, os seus ataques aéreos na Líbia (juntamente com os da Grã-Bretanha) atravessaram-se no caminho das tropas do coronel Muammar Khadafi, quando se preparavam para voltar a tomar a cidade de Bengasi. Um mês depois, as forças francesas na Costa do Marfim prenderam o Presidente Laurent Gbagbo, que se recusou a reconhecer a vitória eleitoral do seu adversário, colocando o país em risco de uma guerra civil. Agora a França interveio no Mali.
Por Cláudia Sobral
Número de países "não livres" ou "parcialmente livres" ultrapassa o dos livres no relatório da Freedom House sobre a liberdade no mundo em 2012.
Por Clara Barata
Uma filial da Bull vendeu ao antigo regime líbio sistema de vigilância electrónica para controlar cidadãos
Por Shlomo Ben-Ami
As revoluções que varreram o mundo árabe durante os últimos dois anos deixaram a descoberto a extraordinária fragilidade dos principais Estados árabes. Com a excepção de países históricos, como o Egipto ou Marrocos, a maioria dos Estados árabes são construções artificiais do colonialismo europeu, que agruparam tribos e etnias diferentes em Estados unitários, apenas capazes de se manter unidos sob um governo autoritário e perante um inimigo comum - o sionismo e seus patronos ocidentais.
Por PÚBLICO e Agências
Hillary Clinton disse que aceita as conclusões e que vai pôr em prática todas as recomendações.
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