Tecnologia: o que marcou 2012
Um Windows radicalmente diferente, o falhanço da entrada em bolsa do Facebook e uma polémica em Portugal sobre uma lei para taxar aparelhos como telemóveis e leitores de música – alguns dos momentos que marcaram o ano.
Um Windows radicalmente diferente, o falhanço da entrada em bolsa do Facebook e uma polémica em Portugal sobre uma lei para taxar aparelhos como telemóveis e leitores de música – alguns dos momentos que marcaram o ano.
Um Windows radicalmente diferente, o falhanço da entrada em bolsa do Facebook e uma polémica em Portugal sobre uma lei para taxar aparelhos como telemóveis e leitores de música – alguns dos momentos que marcaram o ano.
Por David Pogue
A oferta é muita e as marcas estabelecidas têm todas bons produtos. Mas há alguns que valem mais o dinheiro gasto.
Por Catarina Fernandes Martins
A Amazon não lucra com as vendas do novo leitor de livros electrónicos Kindle Paperwhite e do tablet Kindle Fire HD, admitiu o director executivo da empresa, Jeff Bezos.
Steve Jobs estava aberto à hipótese de um tablet mais pequeno, revelaram documentos exibidos no processo entre a Apple e a Samsung, que tem oferecido um vislumbre raro sobre o tipicamente secreto processo de criação da multinacional americana.
Chegaram finalmente à Europa os e-readers Kindle Touch. Vários meses depois de terem sido postos à venda nos EUA, estes dispositivos tácteis de armazenamento de e-books chegam agora às principais economias europeias, nomeadamente ao Reino Unido, Espanha, Alemanha, França e Itália.
Por Cláudia Carvalho
São homens, têm entre os 18 e os 44 anos, e preferem os livros electrónicos porque são mais práticos, pesam e ocupam menos espaço que os livros em papel. Esta é a conclusão de um estudo da Deco, publicado esta terça-feira, e que traça o perfil dos leitores portugueses de livros electrónicos. O Kindle é o aparelho de eleição.
Nos novos modelos do Kindle, o leitor de ebooks da Amazon, já é possível escolher o português como língua a utilizar e o Dicionário Priberam de Língua Portuguesa está pré-instalado.
Por Isabel Coutinho
Em Março, no Reino Unido, foi divulgado um estudo que revelava que 10% dos britânicos, com idades entre os 15 e os 54 anos, tinha um iPad, o tablet da Apple, e 30% tinha um e-reader, um leitor de livros electrónicos como o Kindle, Sony ou Kobo. Estes números vão aumentar até ao final do ano, com a compra de presentes de Natal. A revolução digital veio para ficar. E embora a Europa esteja atrasada em relação aos Estados Unidos quando se trata de adoptar o digital no mundo editorial, isso não significa que essa mudança irá passar-nos ao lado.
Por PÚBLICO
Os lucros da Amazon diminuíram 73% durante o terceiro trimestre deste ano - por comparação com igual período do ano passado -, depois de a empresa ter investido fortemente no novo tablet, o Kindle Fire.
Por PÚBLICO
Os e-readers como o Kindle e o Nook estão em franca expansão nos EUA. Superou A tendência superou as melhores expectativas dos analistas. Um quarto dos “leitores habituais” (um livro por semana ou mais) já adoptou este formato de leitura e as novelas românticas, a ficção científica e os best seller são os géneros mais vendidos.
Para continuar a ler, faço login ou assine já.
Para usufruir de uma assinatura diária e ter acesso a todos os conteúdos exclusivos durante o dia de hoje.
Tome nota do código e introduza-o no campo ao lado para iniciar a sessão.
Para guardar o artigo, inicie sessão ou registe-te já

Registe-se no Público para guardar quantos artigos quiser para ler mais tarde, participar dos inquéritos, tornar-se um moderador de comentários e muito mais.
