Um Windows radicalmente diferente, o falhanço da entrada em bolsa do Facebook e uma polémica em Portugal sobre uma lei para taxar aparelhos como telemóveis e leitores de música – alguns dos momentos que marcaram o ano.

  • A Amazon não lucra com as vendas do novo leitor de livros electrónicos Kindle Paperwhite e do tablet Kindle Fire HD, admitiu o director executivo da empresa, Jeff Bezos.

  • Chegaram finalmente à Europa os e-readers Kindle Touch. Vários meses depois de terem sido postos à venda nos EUA, estes dispositivos tácteis de armazenamento de e-books chegam agora às principais economias europeias, nomeadamente ao Reino Unido, Espanha, Alemanha, França e Itália.

  • Em Março, no Reino Unido, foi divulgado um estudo que revelava que 10% dos britânicos, com idades entre os 15 e os 54 anos, tinha um iPad, o tablet da Apple, e 30% tinha um e-reader, um leitor de livros electrónicos como o Kindle, Sony ou Kobo. Estes números vão aumentar até ao final do ano, com a compra de presentes de Natal. A revolução digital veio para ficar. E embora a Europa esteja atrasada em relação aos Estados Unidos quando se trata de adoptar o digital no mundo editorial, isso não significa que essa mudança irá passar-nos ao lado.

  • Os e-readers como o Kindle e o Nook estão em franca expansão nos EUA. Superou A tendência superou as melhores expectativas dos analistas. Um quarto dos “leitores habituais” (um livro por semana ou mais) já adoptou este formato de leitura e as novelas românticas, a ficção científica e os best seller são os géneros mais vendidos.