O que há de comum ao fracasso (maior ou menor) do centro-esquerda europeu é não ter conseguido integrar os efeitos negativos da globalização nas economias desenvolvidas.

  • O que há de comum ao fracasso (maior ou menor) do centro-esquerda europeu é não ter conseguido integrar os efeitos negativos da globalização nas economias desenvolvidas.

  • A diplomacia portuguesa manteve-se, desde o início da crise ucraniana, sentada em cima do muro para ver para que lado caía a Alemanha, porventura na esperança de que não caísse para onde acabou por cair.

  • Decide-se hoje quem ocupa a presidência do Conselho e a representação da Polícia Externa. Há dois favoritos para o primeiro, uma forte possibilidade para o segundo. A chanceler alemã já indicou o seu candidato para presidente do Eurogrupo. Mas sendo a UE, nunca se pode excluir uma reviravolta de última hora.

  • Líderes europeus confrontados com a maior crise de segurança desde a Guerra Fria não conseguem escolher alguém relevante para substituir Lady Ashton. O chefe do Governo polaco é o preferido para substituir Rompuy.

  • A companhia italiana Telecom, participada da espanhola Telefónica, oficializou nesta quinta-feira a oferta de sete mil milhões de euros à francesa Vivendi para adquirir a brasileira GTV.

  • A austeridade já não mata só governos. Daqui a uns tempos poderá matar regimes.

  • As imagens da decapitação do jornalista James Foley, emitidas através do YouTube para todo o mundo, chocaram a opinião pública. Barack Obama, um dos homens com mais poder no planeta, declarou-se profundamente chocado. Obama está a braços com uma outra quase “decapitação”, sem anúncio prévio, registado no bairro de Ferguson, no estado de Missouri, onde um jovem negro, Michel Brown, foi alvejado com seis tiros, todos disparados pelas “forças da ordem”.