Dedos enrugam-se na água para agarrar melhor objectos submersos
Cientistas mostraram que os dedos cheios de rugas ajudam a transportar objectos que estão molhados.
Por Lusa
Cientistas mostraram que os dedos cheios de rugas ajudam a transportar objectos que estão molhados.
Por Lusa
Cientistas mostraram que os dedos cheios de rugas ajudam a transportar objectos que estão molhados.
Por PÚBLICO
Ao longo das décadas, o quilograma, que é referência internacional para se definir a massa, tem acumulado contaminantes e, por isso, tem aumentado de peso. Uma equipa está a tentar encontrar uma solução com raios ultravioletas e ozono.
Nas últimas dez semanas de gravidez os bebés aprendem alguns sons básicos da língua nativa e quando nascem entusiasmam-se mais com sons estrangeiros.
Por Nicolau Ferreira
Os investigadores Adélio Mendes, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e Rui Reis, da Universidade do Minho, ganharam duas bolsas para Investigador Avançado do Conselho Europeu de Investigação (ERC, sigla em inglês), no valor total de 4,35 milhões de euros.
Vídeo
Por Lusa e PÚBLICO
A investigadora portuguesa Ana Ferreira venceu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Genética Humana 2012, com um trabalho que descreve um mecanismo molecular que protege contra a malária cerebral, responsável por um milhão de mortes por ano.
Por Filipa Marques
Jovens cientistas e com rendas para pagar desesperam. Ninguém os ouve. Não há amor à ciência que resista assim. E não importa a justificação oficial, porque ela não serve como talão de desconto no supermercado.
Por Gonçalo Calado
A investigação científica é a melhor caixa de ferramentas que temos para agarrar o futuro de frente. Tenhamos por isso o bom senso de não lhe cortar as pernas.
Por Félix Ribeiro
PSD e CDS querem que a investigação financiada por privados ou instituições internacionais fique de fora dos cortes salariais e do corte do subsídio de férias.
Por Ana Gerschenfeld
Há vários anos que Olga Borges e a sua equipa, do Centro de Neurociências da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, recorrem às nanotecnologias para tentar desenvolver vacinas não injectáveis contra diversas doenças. E fabricaram, em particular, uma vacina oral contra a hepatite B que já deu resultados positivos no ratinho. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que as doenças associadas à hepatite B são responsáveis anualmente, a nível mundial, pela morte de 600 mil pessoas.
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