Em que língua brincam os filhos dos imigrantes russos e ucranianos?
Russos e ucranianos desenvolveram um projecto para que os filhos, nascidos em Portugal, aprendam a língua dos pais e não se esqueçam de onde são.
Russos e ucranianos desenvolveram um projecto para que os filhos, nascidos em Portugal, aprendam a língua dos pais e não se esqueçam de onde são.
Russos e ucranianos desenvolveram um projecto para que os filhos, nascidos em Portugal, aprendam a língua dos pais e não se esqueçam de onde são.
Imigrantes russos e ucranianos desenvolveram um projecto para que filhos aprendam a sua língua
Por PÚBLICO e Agências
David Cameron disse que "tem direito" e "é capaz" de bloquear esforços dos países da União Europeia (UE) para fortalecer o euro se estes não aceitarem as suas condições para mudanças no tratado da UE. Uma das condições é limitar a livre circulação de cidadãos europeus no país.
Por Carlos Dias
Recrutados por organizações do próprio país, chegam com a promessa de salários de 800 euros. Muitos passam fome, são maltratados e regressam sem um tostão
Por PÚBLICO
Relatório da Amnistia Internacional refere uma deterioração das condições de vida dos imigrantes que chegam à principal porta de entrada na União Europeia
Por Lusa
Censos 2011 indicam que, em Março daquele ano, viviam em Portugal mais de 394 mil estrangeiros.
Queixa é entregue terça-feira ao provedor de Justiça. Terça-feira celebra-se o Dia Internacional dos Migrantes.
Por Joseph Nye
Os Estados Unidos são uma nação de imigrantes. À excepção de um pequeno número de nativos americanos, todos são originários de algum outro lugar e mesmo os imigrantes recentes podem ascender a posições de liderança no domínio económico e político. O Presidente Franklin Roosevelt dirigiu-se certa vez às Filhas da Revolução Americana – um grupo que se orgulhava da chegada pioneira dos seus antecessores – numa expressão que ficaria famosa: “Companheiras imigrantes”.
Por Lusa e PÚBLICO
Os estrangeiros a trabalhar em Portugal têm um baixo nível de educação e emigraram por estarem desempregados. Não são mais nem menos pobres do que os portugueses. Mais de metade falam a língua local, mas 17% sentem pertencer a um grupo discriminado.
Têm chegado ao Grupo Parlamentar do PCP “alertas” sobre situações laborais e de condições de vida de imigrantes que estão a trabalhar na apanha da azeitona .
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