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Um dos maiores pensadores do século XIX foi ressuscitado por Andrea Wulf. O naturalista Alexander von Humboldt deixou uma marca profunda na forma como vemos a natureza. Para a escritora, ele é o pai esquecido do ambientalismo.

  • Um dos maiores pensadores do século XIX foi ressuscitado por Andrea Wulf. O naturalista Alexander von Humboldt deixou uma marca profunda na forma como vemos a natureza. Para a escritora, ele é o pai esquecido do ambientalismo.

  • Na sua viagem à Venezuela, o famoso naturalista Alexander von Humboldt viu enguias eléctricas a saltarem da água para atacar cavalos com descargas eléctricas poderosas. Apesar de muito citada, havia dúvidas sobre a veracidade desta descrição. Agora, um cientista observou este tipo de comportamento.

  • Ao contrário dos números 1, 2, 3…, que contam objectos, “0” simboliza o vazio – e a sua invenção foi um dos maiores avanços intelectuais da humanidade. Os processos neuronais envolvidos nesta façanha cognitiva começam agora a ser desvendados.

  • É pouco conhecido do grande público. Mas foi o primeiro cientista a perceber que, para salvar a humanidade da fome, era imperativo conservar a biodiversidade genética das plantas cultiváveis do mundo inteiro em “bancos de sementes”. Ironicamente, morreu de fome na prisão durante o estalinismo.

  • Norte-americano foi premiado análise da obra Os Fundamentos Metafísicos das Ciências Naturais, publicado em 1876 pelo filósofo alemão Immanuel Kant.

  • Intelectual e místico, viveu retirado do mundo, mas escreveu nada menos que cerca de 250 obras.

  • Ziauddin Sardar, reformista muçulmano, acredita que se um grupo terrorista for destruído outro ocupará o seu lugar. Isto, até se atacar a ideologia na base do extremismo, o wahhabismo saudita. Riad e os terroristas usam as mesmas leis, diz.

  • Um naturalista de Pádua, professor na Universidade de Coimbra, e quatro alunos seus. O jardineiro do Real Jardim Botânico da Ajuda e os ilustradores da Casa do Risco. O iluminismo e a ânsia de conhecimento. No Museu da Ciência de Coimbra há uma viagem a fazer pelo mundo lusófono do século XVIII.

  • Foi identificado pela primeira vez em 1887, mas foram precisos 127 anos para que se chegar à conclusão de que é uma nova espécie. O musaranho-fingui acaba de nascer oficialmente, nas páginas de uma revista científica.