História da ciência

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É pouco conhecido do grande público. Mas foi o primeiro cientista a perceber que, para salvar a humanidade da fome, era imperativo conservar a biodiversidade genética das plantas cultiváveis do mundo inteiro em “bancos de sementes”. Ironicamente, morreu de fome na prisão durante o estalinismo.

  • É pouco conhecido do grande público. Mas foi o primeiro cientista a perceber que, para salvar a humanidade da fome, era imperativo conservar a biodiversidade genética das plantas cultiváveis do mundo inteiro em “bancos de sementes”. Ironicamente, morreu de fome na prisão durante o estalinismo.

  • Norte-americano foi premiado análise da obra Os Fundamentos Metafísicos das Ciências Naturais, publicado em 1876 pelo filósofo alemão Immanuel Kant.

  • Intelectual e místico, viveu retirado do mundo, mas escreveu nada menos que cerca de 250 obras.

  • Ziauddin Sardar, reformista muçulmano, acredita que se um grupo terrorista for destruído outro ocupará o seu lugar. Isto, até se atacar a ideologia na base do extremismo, o wahhabismo saudita. Riad e os terroristas usam as mesmas leis, diz.

  • Um naturalista de Pádua, professor na Universidade de Coimbra, e quatro alunos seus. O jardineiro do Real Jardim Botânico da Ajuda e os ilustradores da Casa do Risco. O iluminismo e a ânsia de conhecimento. No Museu da Ciência de Coimbra há uma viagem a fazer pelo mundo lusófono do século XVIII.

  • Foi identificado pela primeira vez em 1887, mas foram precisos 127 anos para que se chegar à conclusão de que é uma nova espécie. O musaranho-fingui acaba de nascer oficialmente, nas páginas de uma revista científica.

  • Segunda palestra será dada por Henrique Leitão, prémio Pessoa 2014, e será sobre a mais antiga carta náutica geomagnética conhecida no mundo. Foi elaborada por portugueses.

  • Formado em física, é uma das figuras mais importantes na modernização da história da ciência de Portugal e a “personalidade em torno da qual se constitui uma escola de pensamento”, diz o júri do prémio.