Geociências

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  • Durante décadas nunca se soube muito bem o que aconteceu a 30 de Junho de 1908, perto do rio Tunguska, no meio da Sibéria, quando um asteróide de 30 metros de diâmetro embateu contra a Terra.

  • A XXVI Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis começa nesta quinta-feira em Lisboa e dedica-se, especialmente, aos recursos existentes no fundo marinho. A feira, no Museu de História Natural e da Ciência, tem conferências, laboratórios e conta com coleccionadores e comerciantes de minerais, gemas e fósseis de toda a Europa, que trazem exemplares “únicos”. Termina no domingo, dia 9 de Dezembro.

  • O sismo de 11 de Maio de 2011, na região de Múrcia, em Espanha, foi causado em parte por mão humana. A utilização de água subterrânea para irrigação fez baixar os níveis freáticos dos aquíferos da região e terá acelerado a ocorrência do tremor de terra, revela um artigo de uma equipa liderada por cientistas da Universidade do Ontário Ocidental, no Canadá, publicado na revista Nature Geoscience.

  • A que saberá o solo marciano? O robô Curiosity, em Marte desde o início de Agosto, é que pode dizer, uma vez que um dos seus instrumentos acaba de engolir os primeiros pedaços de solo marciano. Para fazer diversas análises químicas e mineralógicas.

  • A Terra é mesmo mãe da Lua, pelo menos é o que confirmam três artigos acabados de publicar. Até agora, a teoria mais consensual sobre a origem da Lua diz que ela resultou de uma colisão com a Terra, mas os novos estudos, além de corroborarem esse nascimento violento, levantam dúvidas sobre a paternidade do nosso satélite natural.

  • O primeiro Centro UNESCO com sede em Portugal, dedicado à Ecohidrologia Costeira, funciona na Universidade do Algarve. A razão desta escolha, disse o ministro do Ambiente, Nunes Correia, após a cerimónia de assinatura do Compromisso de Missão, prende-se com o facto de esta universidade ser uma das instituições de prestígio "em áreas ligadas aos recursos marinhos, biologia costeira e geociências costeiras".

  • O nível médio do mar pode subir 1,5 metros até ao final deste século. A estimativa vem de Inglaterra e foi feita pelo Laboratório Oceanográfico de Proudman com base num novo modelo. O valor é três vezes superior ao do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC) e, se estiver correcto, pode desalojar dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo. O estudo foi apresentado ontem na conferência da União de Geociências Europeia, em Viena.