Dupla hélice de ADN fotografada directamente pela primeira vez
A dupla hélice do ADN tornou-se um ícone da ciência do século XX, mas só agora foi possível vê-la mesmo como ela é.
Por Ana Gerschenfeld
A dupla hélice do ADN tornou-se um ícone da ciência do século XX, mas só agora foi possível vê-la mesmo como ela é.
Por Ana Gerschenfeld
A dupla hélice do ADN tornou-se um ícone da ciência do século XX, mas só agora foi possível vê-la mesmo como ela é.
Por Donna Dickenson
A Autoridade para a Fertilização Humana e para a Embriologia (HFEA) do Reino Unido lançou uma consulta pública para avaliar os pontos de vista relativamente aos novos procedimentos médicos controversos, destinados a evitar a transmissão de doenças incuráveis resultantes de mutações de estruturas celulares denominadas mitocôndrias.
Por Ana Gerschenfeld
O mapa utilizado até aqui para estudar a biodiversidade dos vertebrados à face da Terra datava de 1876. Desde ontem, há um novo mapa, que integra a árvore genética das espécies.
Por Ana Gerschenfeld
Detectar as diferenças genéticas entre duas células individuais tem aplicações que vão do estudo do cancro às ciências forenses, passando pela evolução.
Por Nicolau Ferreira
Do oceano Atlântico até ao mar Mediterrâneo, as populações de lapas têm diferenças genéticas que revelam a existência de barreiras invisíveis à sua migração. Conclusões de uma equipa de cientistas portugueses
Por Nicolau Ferreira
Dois portugueses obrigaram células musculares cardíacas a multiplicarem-se, o que não acontece naturalmente. Dois meses após um enfarte, a função cardíaca dos roedores da experiência era quase normal.
Por Alexandra Campos
Presidente do Instituto do Sangue diz que não podem ser aproveitadas por não obedecerem aos critérios de qualidade exigidos. Foi assinado nesta sexta-feira, no Porto, o protocolo para o reinício da colheita de amostras.
Por Ana Gerschenfeld
As populações ciganas actualmente espalhadas por todo o continente europeu são muito diferentes entre si. Mas todas têm em comum uma única população ancestral, como prova agora o estudo do seu ADN.
Por Teresa Firmino
Passam grande parte da vida enterradas no leito dos rios — na realidade, quatro a cinco anos, como larvas. Umas vão para o mar e são as comestíveis, outras mantêm-se sempre nos cursos de água doce.
Por Ana Gerschenfeld
Análise de ADN revela que a doença que dizimou a população europeia entre os séculos VI e VIII d.C. era de uma forma ancestral da peste bubónica.
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