São filhos de emigrantes, vivem na Europa e têm menos de 30 anos. Este é o perfil conhecido dos radicais luso-descendentes identificados que combatem na Síria e no Iraque. Um deles, em Maio, cometeu um atentado suicida nos arredores de Bagdad.

  • São filhos de emigrantes, vivem na Europa e têm menos de 30 anos. Este é o perfil conhecido dos radicais luso-descendentes identificados que combatem na Síria e no Iraque. Um deles, em Maio, cometeu um atentado suicida nos arredores de Bagdad.

  • Ficou para trás na batalha de La Lys, a 9 de Abril de 1918. E deu consigo rodeado de alemães. “Desde o dia 9 que não sei por onde ando nem sei ainda qual será o meu destino.” Estes são excertos de cartas de um soldado-telegrafista que o filho, hoje com 85 anos, quer homenagear. Contam a Grande Guerra na primeira pessoa, com palavras ora animadas, ora tristes, ora patrióticas, ora desesperançadas, mas sempre ternas para com o seu amor, Maria.

  • O aparente servilismo de hoje será apagado pelo sucesso das inflecções a que a posição de Draghi vai obrigar a Comissão Europeia.

  • 1.Onde estava a Europa em 2009? A anos-luz da realidade que hoje vive. Mas, ao mesmo tempo, muito perto. Os líderes europeus ainda diziam, com razoável arrogância, que a crise que rebentou no centro financeiro do mundo era um problema americano.

  • O que há de comum ao fracasso (maior ou menor) do centro-esquerda europeu é não ter conseguido integrar os efeitos negativos da globalização nas economias desenvolvidas.

  • Sem que Portugal e a Alemanha estivessem em guerra, em Dezembro de 1914, Naulila, no Sul de Angola, é palco de uma traumática derrota do exército português. Na maior colónia africana, boa parte do esforço militar foi dedicado a restaurar o domínio sobre africanos revoltados

  • A companhia italiana Telecom, participada da espanhola Telefónica, oficializou nesta quinta-feira a oferta de sete mil milhões de euros à francesa Vivendi para adquirir a brasileira GTV.