• O economista defende uma reacção rápida do Governo, já este ano, não deixando medidas para o próximo ano. E diz que há uma margem de 1.500 milhões de euros que deveria ser aproveitada para investimento.

  • A resolução do problema da dívida não deve ser guiada pelos populismos fáceis e demagógicos em que a política portuguesa – em todos os órgãos de soberania – se tornou fértil por estes dias.

  • Em 2016, o economista francês pedia cortes nos salários para Portugal evitar uma recessão profunda. Agora diz que o grande problema já não é a falta de competitividade.

  • A troika saiu do país três anos depois, mas o regresso de Portugal a um cenário de crescimento mais elevado e taxas de desemprego mais baixas não tem sido fácil.

  • Se o Governo nada fizer, poderá até registar um saldo orçamental próximo de 0% do PIB ou mesmo excedentário.

  • “As oportunidades em diferentes sectores económicos” e as que se abrem com os “grandes projectos do carvão e do gás natural” tornam Moçambique “um alvo incontornável para os investidores”, defende em entrevista ao PÚBLICO José Reino da Costa, o director-geral do Millennium Bim.