Indústrias ligadas à madeira de pinho ameaçadas por falta de matéria-prima
Incêndios e doenças têm reduzido a área de pinhal, o que ameaça as indústrias dependentes desta madeira.
Por Lusa
Incêndios e doenças têm reduzido a área de pinhal, o que ameaça as indústrias dependentes desta madeira.
Por Lusa
Incêndios e doenças têm reduzido a área de pinhal, o que ameaça as indústrias dependentes desta madeira.
Por Ricardo Garcia
O ritmo de desflorestação da Amazónia caiu 76% desde 2005. Área destruída no último ano equivale à do pior ano de incêndios florestais em Portugal.
Por Lusa
O presidente da Associação Florestal de Portugal (Forestis) lançou hoje, no Porto, um alerta “ao país em crise” para que “acorde” para a importância económica da floresta, um sector que emprega entre 200 a 250 mil pessoas.
Por Lusa
Apesar de o número de incêndios ter diminuído este ano, a área ardida cresceu significativamente, representando mais 55% que em 2011, segundo um balanço da época de incêndios que será apresentado nesta sexta-feira pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.
Por Helena Geraldes
A destruição das florestas e a caça ilegal empurraram os lémures de Madagáscar para a lista dos 25 primatas mais ameaçados do planeta, divulgada nesta segunda-feira pela União Mundial para a Conservação da Natureza (UICN).
Por Lusa e PÚBLICO
De 1 de Janeiro a 15 de Setembro, mais de 19.000 incêndios queimaram uma área total de 98.698 hectares, segundo os dados provisórios do Instituto para a Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Por Helena Geraldes
Na escuridão da noite nas florestas das Caraíbas, a galinha-da-montanha - uma das maiores rãs do mundo - foi surpreendida a comer tarântulas e serpentes. Entre os investigadores está um biólogo português.
Por Ricardo Garcia
De 1989 a 2003, as florestas da Libéria serviram em grande parte como moeda de troca para financiar a guerra civil que devastou o país. Agora, estão sob uma nova ameaça: cerca de 40% da sua área - abrangendo 23% da superfície do país – correm o risco de desaparecer, devido a contratos polémicos, segundo um relatório divulgado hoje.
Por Idálio Revez
Mais de 3,7 milhões é a estimativa de custos só da estabilização do solo e remoção do material ardido do incêndio da serra do Caldeirão. O valor é avançado num relatório elaborado pela Unidade de Defesa Florestal, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, destinado a minimizar os efeitos da erosão com a queda das primeiras chuvas.
Por Lusa
A Guarda Nacional Republicana (GNR) afirmou hoje que “faz a sua interpretação da aplicação” das normas para o levantamento de autos de contra-ordenação a caçadores e que, “em caso de dúvida”, recorre à entidade administrativa competente.
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