Física de partículas

Todos os tópicos

  • Durante dois anos, não haverá protões a circular no túnel subterrâneo do LHC, perto de Genebra. Enquanto o acelerador sofre um autêntico lifting técnico, os cientistas vão afinar a análise dos dados já produzidos.

  • “Hey Mr. Higgs do you wanna do the twist?”, cantam as Les Horribles Cernette (LHC), uma banda que já fazia furor entre os cientistas do Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), em Genebra, no início da década de 1990, muito antes do Grande Colisor de Hadrões estar a funcionar e muito menos do bosão de Higgs passar a constar no léxico comum. O quarteto feminino não estaria à espera de ser lembrado quando posou para uma câmara, em 1992. Mas o retrato, que faz 20 anos agora, foi a primeira fotografia posta na World Wide Web (WWW).

  • Peter Higgs não podia estar mais contente, porque, afinal, tem razão. O físico britânico deu uma conferência, nesta sexta-feira, na Universidade de Edimburgo, na Escócia, sobre a descoberta quase certa do bosão de Higgs, feita no grande acelerador do Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN). Higgs pensou na existência da partícula há quase 50 anos, mas ficou espantado que, ainda durante a sua vida, uma experiência conseguisse comprovar a existência do evasivo bosão.

  • O cientista que deu nome ao bosão de Higgs, Peter Higgs, deveria receber o Prémio Nobel da Física. Quem o diz é o famoso físico britânico Stephen Hawking, que acaba de perder uma aposta de 100 dólares, depois de um grupo de cientistas do Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN) ter anunciado nesta quarta-feira a descoberta de uma nova partícula, que, até agora, encaixa naquilo que se pensa ser o bosão.

  • As especulações têm ido em crescendo nos blogues de física nos últimos dias. Será que é desta vez que o Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), perto de Genebra, na Suíça, onde está albergado o LHC, o maior acelerador de partículas do mundo, vai anunciar oficialmente a descoberta do bosão de Higgs?

  • Adlène Hicheur é físico e trabalhava no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN, na Suíça) quando foi detido em 2009, acusado de planear ataques terroristas. Agora um tribunal de Paris condenou-o a quatro anos de prisão efectiva.