Festival de Almada

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  • Há já uns tempos falávamos, o Joaquim Benite e eu, da tão pouco lembrada Luzia Maria Martins, e do singular repertório que apresentava no Teatro Estúdio de Lisboa, de contemporâneos mas também de clássicos muito pouco levados à cena – e o caso era concretamente o do autor oitocentista russo Alexander Ostrovsky. Foi a oportunidade de, tantos anos volvidos, décadas mesmo, dizer a Benite que ele havia sido, nas páginas do Diário de Lisboa, o primeiro crítico de teatro que eu me tinha habituado a ler – um dos primeiros a despertar-me a curiosidade e o interesse pelo teatro, e por saber vê-lo e sobre ele reflectir, e mesmo também um dos primeiros a suscitar-me a compreensão da importância da crítica em geral.