Felicidade

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Guardei da minha infância uma caneta de tinta permanente, com o meu nome gravado, oferecida quando completei os primeiros quatro anos de escola. Lembro-me de a usar com um cuidado redobrado, possuída do receio de que alguma gota da tinta azul me caísse na folha branca ou no tecido da bata. Nessa imprevidência, a mancha alastrava impetuosa por cada fibra do papel ou do tecido, e derramava-se, impossível de conter, qual ação sem dono.

  • Guardei da minha infância uma caneta de tinta permanente, com o meu nome gravado, oferecida quando completei os primeiros quatro anos de escola. Lembro-me de a usar com um cuidado redobrado, possuída do receio de que alguma gota da tinta azul me caísse na folha branca ou no tecido da bata. Nessa imprevidência, a mancha alastrava impetuosa por cada fibra do papel ou do tecido, e derramava-se, impossível de conter, qual ação sem dono.

  • Por vezes acho que há muito boa gente que desejaria que vivêssemos num mundo de “patetas alegres”, onde as pessoas andassem sempre de sorriso rasgado de orelha a orelha, a dizer larachas e graças de terceira categoria, mesmo que não lhes apetecesse, mesmo que essa expressão fosse contra os seus sentimentos.

  • Das novas teorias do amor às emergentes políticas públicas de fraternidade.

  • Ao longo de cinco dias publicámos textos com entrevistas sobre temas que nos ocupam o pensamento nesta altura: consumismo e poupança, família e viver sozinho, religião e ateísmo, amor e violência. Esta quinta-feira, acabamos com optimismo e pessimismo.

  • “O que te digo três vezes é verdade.” Bellman, Relojoeiro, Alice no País das Maravilhas