Eurovisão

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  • Do desporto à cultura, os portugueses têm coleccionado troféus. A economia mostra sinais de retoma. O turismo disparou. O país está melhor e recomenda-se.

  • O público cantou e dez mil pessoas celebraram a vitória do novo herói nacional. “És o maior”, grita-se. Salvador Sobral actuou este sábado em Obras do Fidalgo, em Marco de Canaveses, pela primeira vez após a vitória na Eurovisão.

  • Pensamos em Carlos Alberto Vidal e associamo-lo imediatamente ao célebre Avô Cantigas, mas há vida para além dessa personagem que criou há 35 anos. Há, por exemplo, um disco de 1976 chamado Changri-Lá, obra única, messiânica, de rock e muitas coisas mais. Um clássico agora reeditado.

  • Gostem ou não, os irmãos Sobral são “festivaleiros”. De boa qualidade, é certo. Mas não justifica o “espasmo nacionalista” (expressão de Pacheco Pereira) que despertaram.

  • É espantoso como no nosso país assim se desperdiça um gigantesco potencial humano que, se tivesse presença na política, mudaria Portugal.

  • Autarca da Feira, Emídio Sousa, entende “que o país não precisa de gastar 30, 40 ou 50 milhões de euros”.

  • Quem o disse foi Marcelo Rebelo de Sousa, na Croácia, e acrescentou: e agora "acham que vão ganhar tudo na vida". Marcelo também revelou o SMS de Costa na noite do festival: ""Senhor Presidente, está a ver a votação da canção?"