• A tomada de posse de Donald Trump foi a quinta mais vista de sempre na televisão, mas os números de participação na cerimónia ficaram aquém do esperado. A secretária de imprensa do Presidente diz que tem "números alternativos".

  • Desde que regressou aos EUA, depois 15 anos de fotojornalismo de guerra, Christopher Morris nunca mais parou de olhar criticamente para o seu país. A exposição Americanos, na Galeria Barbado, em Lisboa, mostra-nos um país exausto e dividido.

  • Trump arrisca-se a ser, contra aquilo que desejava, o factor de união que faltava à Europa para tomar consciência de si própria.

  • Departamento de Justiça diz que contratação não viola leis anti-nepotismo.

  • Num discurso laudatório para a agência que tanto criticou, o Presidente também disse que os EUA deviam ter "ficado com o petróleo" do Iraque e aproveitou para atacar os jornalistas.

  • Uma imensa mancha cor de rosa inundou a baixa de Washington. Centenas de milhares de homens e mulheres dançaram, cantaram, gritaram palavras em defesa dos direitos civis no mesmo sítio onde um dia antes Donald Trump se tornou presidente da América. É a democracia a acontecer, disse quem lá foi.

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