O Presidente russo e a Presidente argentina foram os primeiros líderes internacionais a saudar a estreita vitória de Maduro nas eleições de domingo.

  • O Presidente russo e a Presidente argentina foram os primeiros líderes internacionais a saudar a estreita vitória de Maduro nas eleições de domingo.

  • “Ninguém pode parar esta revolução”, disse a apoiantes, a partir da varanda do palácio presidencial. Adversários reconheceram derrota

  • Três líderes da esquerda na América Latina saudaram a reeleição do Presidente Hugo Chávez para mais seis anos de mandato à frente dos destinos da Venezuela: a Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, assim como os chefes de Estado do Equador e da Bolívia, Rafael Correa e Evo Morales, respectivamente, todos felicitaram a nova conquista de Chávez.

  • Uma resolução aprovada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) que na versão inicial seria uma reprimenda à actuação do Reino Unido no caso de Julian Assange, o fundador do site Wikileaks, afinal não faz mais do que reafirmar os princípios fundamentais das relações diplomáticas entre Estados.

  • O australiano Julian Assange, que está refugiado na embaixada em Londres do Equador, país que já lhe concedeu asilo político, foi alvo hoje em Lisboa de uma manifestação de apoio, em que participaram cerca de 30 pessoas.

  • As autoridades suecas garantem que não irão extraditar Julian Assange para os Estados Unidos se houver risco de ser condenado à pena de morte. O fundador da WikiLeaks será detido se deixar a embaixada equatoriana em Londres, onde se refugiou em Junho, e o Presidente do Equador, Rafael Correa, considerou “suicida” a possibilidade de o Reino Unido invadir as instalações diplomáticas para efectuar a detenção.

  • O vulcão Tungurahua, a 178 quilómetros a sul de Quito, no Equador, está a expelir cinza e material incandescente, o que levou as autoridades a aconselhar a evacuação das povoações mais próximas.

  • A partir de uma varanda da embaixada do Equador em Londres, o fundador da WikiLeaks, Julian Assange, pediu ao Governo dos Estados Unidos para respeitar a liberdade de expressão e parar com a sua investigação à fuga de informação que culminou com a publicação de milhares de documentos secretos do Pentágono e Departamento de Estado, em 2010.

  • Os Estados Unidos não reconhecem o asilo diplomático concedido pelo Equador ao fundador da WikiLeaks, Julian Assange, e nem sequer querem discutir o assunto com os seus parceiros da Organização dos Estados Americanos.

  • Com asilo diplomático concedido no Equador, mas sem que o Reino Unido lhe conceda salvo-conduto para sair do país, o fundador da WikiLeaks permanece num limbo que pode arrastar-se durante anos.