Viver entroikado – “ó Portugal, se fosses só três sílabas”
Vamos mais uma vez aos factos, à dolorosa realidade deste povo entroikado.
Por Luciano Alvarez
Vamos mais uma vez aos factos, à dolorosa realidade deste povo entroikado.
Por Luciano Alvarez
Vamos mais uma vez aos factos, à dolorosa realidade deste povo entroikado.
Por Luciano Alvarez
Há um passatempo nacional que já dura há alguns meses e não pára de ter novos adeptos. Chama-se tiro ao Seguro.
Por Luciano Alvarez
Excelentíssimo ministro das Finanças, dr. Vítor Gaspar,
Andando vossa excelência desesperada na caça aos impostos ao ponto de tentar colocar todos os cidadãos como fiscais do fisco e bufos da República de todos aqueles que não pedem factura;
Por Luciano Alvarez
O PS está finalmente desentroikado, dizem os socialistas. Costa pediu a Seguro para unir o partido, Seguro disse que sim e Costa não avançou para a liderança já. Se se pensar que estes dois homens são a imagem da desunião socialista há para aí 20 anos e que a única coisa que têm em comum é serem ambos militantes do PS, vê-se logo que a tarefa é impossível, por mais abraços que ambos troquem.
Por Isabel Salema
A palavra “entroikado” sucede a “austeridade” como palavra do ano em 2011, tendo em 2010 sido eleita a palavra “vuvuzela”. Uma linguista da Porto Editora destaca a sua "musicalidade".
Por Luciano Alvarez
Os partidos com assento parlamentar, a Igreja Católica e os autarcas do Norte do país estão finalmente unidos.
Por Luciano Alvarez
Senhor primeiro-ministro Pedro Passos Coelho,
Por Luciano Alvarez
Calma. A última palavra do título desta crónica é inspirada no genial Caetano Veloso. Disse ele recentemente, a propósito do seu último trabalho, “Abraçaço”, que a bossa nova e alguns músicos e compositores brasileiros são foda.
Por Luciano Alvarez
Se há cidadão que por estes dias vive verdadeiramente entroikado é Fernando Seara. Vive o terrível aperto de decidir se avança ou não com a sua candidatura à presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
Por Luciano Alvarez
Querido Pai Natal,
Deves estar pasmado por, passados tantos anos, te voltar a escrever na quadra natalícia. É que, depois de ver o nosso terceiro, Paulo Portas, e os seus deputados aprovarem um Orçamento do Estado que, no essencial, contém tudo contra o qual gritavam há um ano e picos, voltei a acreditar na tua existência.
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