Investigação à banca resultará em “processo jurídico complicado”, diz AdC

Presidente da Autoridade da Concorrência foi ouvido no Parlamento.

Enric Vives-Rubio

O presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), Manuel Sebastião, disse esta terça-feira que a investigação ao sector da banca resultará num “processo jurídico complicado” e “complexo”, inclusive ao nível da contestação e recursos na Justiça.

Apesar do período indicativo de um máximo de dois anos para a conclusão das investigações, Manuel Sebastião diz que a Concorrência irá actuar”muito depressa”, à imagem, acredita, do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

“Se tivesse sob a minha responsabilidade, seria o mais célere possível”, defendeu no Parlamento, onde está a ser ouvido esta tarde na Comissão de Economia e Obras Públicas para fazer um balanço de mandato.

O ainda presidente da entidade abandonará a Concorrência no final do mês, podendo vir a ser substituído por Luís Pais Antunes, nome avançado recentemente pelo Diário Económico como estando na linha da frente para assumir o cargo.

A AdC abriu uma investigação à banca para averiguar de uma possível “troca de informação comercial sensível entre concorrentes”, disse Manuel Sebastião.
 

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