CIP defende revisão do programa da troika

Foto: Shamila Mussa (arquivo)

O presidente da CIP, António Saraiva, defendeu nesta quinta-feira que a situação portuguesa exige uma solução diferente da definida, nomeadamente, juros mais baixos e uma revisão do programa de ajustamento subscrito pelo Governo em troca do empréstimo da troika .

À saída de uma reunião com técnicos da troika (Comissão Europeia-BCE-FMI), António Saraiva frisou que, “apesar de todo o clima de austeridade e de Portugal ter cumprido as metas a que estava obrigado, ficou provado que não foi suficiente”.

“Temos de ter metas realistas, alcançáveis, e não metas que nos ponham a fasquia a três metros de altura”, sublinhou o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP). O responsável disse ainda que as questões do défice não foram abordadas na reunião.

Questionado sobre novas medidas de austeridade, António Saraiva limitou-se a dizer que deixou um conjunto de documentos com propostas da CIP para melhorar a situação das empresas portuguesas, remetendo para segunda-feira mais explicações na reunião com os parceiros sociais.

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