Carlos Moedas afirma que há “níveis de custo e emprego desadequados” em Portugal

Secretário de Estado afirma que a competitividade da economia portuguesa está "longe do desejável" e aponta para a dimensão do Estado e para níveis de "custo e emprego desadequados".

Relatório do FMI deve estar em cima da mesa no encontro de Moedas com a OCDE Fernando Veludo

O secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, afirmou esta quarta-feira que o “Estado cresceu de forma desmesurada” e que a economia nacional atingiu “níveis de custo e emprego desadequados” à capacidade económica de Portugal.

Carlos Moedas falava num jantar de empresários da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, onde chamou também a atenção para os “níveis de eficácia” na economia portuguesa, que estão “longe do desejável”.

Como tal, Carlos Moedas alertou para a necessidade de reformas estruturais, que devem acontecer pelo caminho do rigor orçamental e pelo controlo das finanças públicas.

Neste campo, e fazendo referência ao plano europeu, o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro afirmou também que a união monetária “legítima um conjunto de regras supra-nacionais de controlo do orçamento e dos níveis do endividamento”.

Face às recentes decisões políticas na Zona Euro, dentro das quais Carlos Moedas realçou a união bancária, os novos mecanismos do Banco Central Europeu e o novo tratado constitucional, Carlos Moedas afirmou que se sentia “covicto” de que a Europa está “já no caminho da resolução da crise do euro”.  

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