Carlos Costa, na qualidade de presidente do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, entregou nesta terça-feira o prémio à Escola Básica e Secundária Fontes Pereira de Melo, e desafiou os alunos a investir no estudo, garantindo que esse será “o maior depósito das suas vidas”.
E a garantia de rentabilidade desse investimento vem pela via da remuneração futura. “Em Portugal, ser educado compensa. A diferença de remuneração é muito superior”, referiu o governador do Banco de Portugal.
Carlos Costa respondeu a várias perguntas dos alunos, como "quando vamos sair da crise?" Vamos sair da crise” garantiu, admitindo que dizer quando é uma resposta mais complexa, já que depende de o país fazer “o seu trabalho de casa”, mas também do contexto internacional, fundamental para o aumento das exportações nacionais. A este propósito disse que é preciso aumentar as exportações em mais 50% face ao que exportamos hoje.
Quando lhe perguntaram qual era a sua maior preocupação, o governador, possivelmente a pensar nos jornalistas que estavam na sala, respondeu que é o país cumprir o programa de ajustamento, de forma a conseguir voltar aos mercados para se financiar.
Sem responder a perguntas dos jornalistas, Carlos Costa e o presidente dos Seguros de Portugal, José Almaça, seguiram para Cinfães e Poiares, para entregaram mais dois prémios do concurso.

Comentários