O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI-20, vai voltar a ter na sua composição 20 empresas a 24 de Setembro, com o regresso do Banif e da Cofina.
A Euronext Lisboa anunciou esta quarta-feira a revisão trimestral do PSI-20. As duas empresas vêm ocupar os lugares deixados vazios pela Cimpor e pela Brisa, que saíram do índice de referência nacional depois da conclusão das ofertas públicas de aquisição (OPA) lançadas sobre a cimenteira e a concessionária rodoviária.
O PSI-20, constituído pelas empresas cotadas com maior liquidez em toda a bolsa portuguesa, tem temporariamente na sua constituição 18 empresas. Tanto a Brisa como a Cimpor continuam a ser empresas de capital aberto, mas deixaram de estar presentes no índice de referência nacional, ao reduzirem para uma percentagem muito pequena o capital disperso em bolsa na sequência da OPA de cada uma.
O Banif esteve cotado no PSI-20 durante um ano, até Março último, altura em que entrou para o seu lugar a Espírito Santo Financial Group (ESFG), holding do BES.
Ao regressar ao grupo dos 20, também a Cofina, que detém os jornais Correio da Manhã, Record, Jornal de Negócios e a revista Sábado, entre outros títulos, volta a ganhar visibilidade em bolsa. O grupo entrou no PSI-20 em Maio de 2002, onde permaneceu até Setembro de 2007, altura em que foi ultrapassada pela REN, que passou a constituinte do índice.
O Banif e a Cofina juntam-se assim à Altri, ao BCP, ao BES, ao BPI, à ESFG, à EDP, à EDP Renováveis, à Galp Energia, à Jerónimo Martins, à Mota-Engil, à PT, à Portucel Papel, à REN, à Semapa, à Sonae, à Sonae Indústria, à Sonaecom (do grupo do PÚBLICO) e à Zon Multimédia.
Notícia actualizada às 18h42
Acrescentada informação sobre as cotadas do PSI-20

Comentários