Banco genético da Justiça ganha velocidade

O Governo pode ter-se aproximado ontem mais um pouco da criação de um banco de dados para efeitos de identificação e investigação criminal. No debate em que colocou a questão de saber se a genética pode ser chamada a colaborar mais de perto com a Justiça não se ouviram grandes objecções do campo da Ética. Ficou por responder o problema jurídico: pode alguém ser obrigato a depositar a sua identidade neste banco? Para o Governo, que quer acabar o debate em curso até ao final da legislatura, a criação de uma base de dados genéticos de toda a população é, a prazo, "inexorável". Por Álvaro Vieira

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