A Federação Portuguesa de Canoagem, que no domingo cumpriu 34 anos, espera que os próximos tempos sejam de “êxitos internacionais idênticos aos das últimas épocas”.
“A modalidade está orgulhosa de tudo o que tem conquistado, no país e no mundo. Elevámos o nome de Portugal no planeta, assumindo-nos como uma referência”, disse à agência Lusa Mário Santos.
O presidente da federação elogia o “invejável currículo desportivo”, cujo epílogo ocorreu em Londres 2012, com a medalha de prata do K2 1000 Fernando Pimenta/Emanuel Silva.
O título europeu do K4 1000 Fernando Pimenta/João Ribeiro/Emanuel Silva/David Fernandes em 2011 e a prata mundial do K2 500 Fernando Pimenta/João Ribeiro são outros resultados de referência da modalidade.
Ao todo, são já 81 medalhas entre Campeonatos do Mundo e da Europa, nas disciplinas de velocidade e maratonas, a clara maioria conquistada nos dois últimos ciclos olímpicos.
“Que os próximos 34 anos sejam iguais ou ainda melhores. Todos os agentes estão de parabéns. O valor e empenho dos atletas, a crescente valorização dos treinadores, a evolução dos árbitros e a responsabilidade e visão dos dirigentes criaram uma onda de entusiasmo que a todos beneficia”, acrescentou.
Mário Santos recorda que a “enorme evolução” da canoagem portuguesa resultou na atribuição internacional da organização em 2013 do Campeonato da Europa sénior em Montemor-o-Velho, bem como os Europeus de maratonas em Prado e o primeiro Campeonato do Mundo de surf ski, em Vila do Conde.
“Este ano somos os líderes mundiais das organizações de canoagem. Que o país – e as instituições que o representam – não o esqueçam, nem o papel fundamental que temos tido no desporto português. Já mais do que justificamos ser apoiados a sério, de forma justa pelo que temos feito”, concluiu.

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