Curdistão

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O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan abandonou a ideia de construir um centro comercial num dos poucos espaços verdes do centro da cidade de Istambul, mas persiste na necessidade de arrasar o Parque Gezi, para construir um museu. Esta decisão, anunciada na sexta-feira, pode prolongar os protestos que, no mesmo dia, receberam o apoio de Abdullah Öcalan, o chefe dos rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que se encontra preso.

  • O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan abandonou a ideia de construir um centro comercial num dos poucos espaços verdes do centro da cidade de Istambul, mas persiste na necessidade de arrasar o Parque Gezi, para construir um museu. Esta decisão, anunciada na sexta-feira, pode prolongar os protestos que, no mesmo dia, receberam o apoio de Abdullah Öcalan, o chefe dos rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que se encontra preso.

  • A revolta começou pacífica, a repressão transformou-a uma guerra civil. 4,5 milhões de sírios estão deslocados, 1,5 milhões passaram a fronteira.

  • Anúncio de Abdullah Öcalan é visto como "um dos passos mais importantes de sempre na história deste conflito".

  • Mulheres foram encontradas mortas na sede do Instituto Curdo de Paris. Uma das vítimas é fundadora do Partido dos Trabalhadores do Curdistão, o grupo separatista militante proibido pela Turquia.

  • Centenas de militantes curdos que estavam em prisões turcas terminaram neste domingo uma greve de fome de 68 dias. No sábado, o líder curdo Abdullah Ocalan, que também está preso, tinha já pedido o fim deste protesto. Os presos entraram em greve de fome por melhores condições para Ocalan e para exigir que a língua curda seja mais usada nas actividades públicas da Turquia.