Património

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Em 2014, o cante alentejano foi elevado a Património Imaterial da Humanidade. Terminou um processo de 15 anos e outro começou logo a seguir, para descobrir mais sobre a história passada, para proteger o seu futuro. Disso nos fala o antropólogo Paulo Lima, coordenador da candidatura à UNESCO.

  • Em 2014, o cante alentejano foi elevado a Património Imaterial da Humanidade. Terminou um processo de 15 anos e outro começou logo a seguir, para descobrir mais sobre a história passada, para proteger o seu futuro. Disso nos fala o antropólogo Paulo Lima, coordenador da candidatura à UNESCO.

  • Nova teoria defende que Leonardo da Vinci terá baseado o mais famoso retrato da história de arte nos rostos de um homem e de uma mulher: Salai, seu discípulo e amante, e Lisa Gherardini, que os arqueólogos procuram há anos.

  • Que o Estado português retome urgentemente e sem equívocos a gestão do Parque Arqueológico do Vale do Côa e do Museu do Côa.

  • Sou contra o uso privado das receitas geradas nas tais “ilhas de abundância”. E sobretudo sou contra qualquer política de património que não seja centrada na promoção da cidadania.

  • Foi António Lamas, quando Presidente do Instituto do Património (IPPC), que criou, em finais dos anos 80, a zona monumental Ajuda-Belém.

  • Não há democracia sem qualificação cultural, ou seja, literacia generalizada, criativa e crítica, estruturante. É o que não temos, nem somos.

  • Há 15 anos que o Estado sabia de um naufrágio do início do século XVI, muito provavelmente português, neste sultanato do Índico. Mas só agora se começam a fazer os primeiros contactos oficiais para perceber o que foi, afinal, descoberto.