Património

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  • O palácio mais visitado da DGPC é hoje em dia o Palácio Nacional da Ajuda. Em 2011, era o Palácio Nacional de Sintra, actualmente gerido pela Parques de Sintra-Monte da Lua.

  • Em meados de Maio deste ano, já com o mandato do Parlamento Europeu a aproximar-se do seu termo, os ministros da Cultura da União Europeia solicitaram à Comissão o prosseguimento da “análise do impacto económico e social do património cultural da União”, bem como a contribuição para o desenvolvimento de uma abordagem estratégica”.

  • Sabemos olhar para um jardim como património? Conquistámos já distância para lidar com o passado colonial português? Paisagistas, artistas e sociólogos discutem a polémica em torno do anúncio de supressão dos brasões coloniais do Jardim do Império, em Lisboa.

  • A antiga estalagem de Braunau-Am-Inn ficou devoluta há três anos. As autoridades locais pagam uma renda de quatro mil euros para impedir que o edifício entre na posse de organizações ou indivíduos de extrema-direita.

  • Apoiar o património pode ser um contributo relevante para que a Europa e os seus cidadãos olhem sem pruridos, e também sem ignorância, a memória milenar de um continente que fez História.

  • As sociedades Parups e Parvalorem, proprietárias dos quadros de Joan Miró, que pertenciam ao ex-BPN, informaram esta segunda-feira a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) que não consideram haver interesse na sua classificação, disse à Lusa fonte da Parvalorem.