Restauradora do “Ecce homo” exige direitos de autora

A nova versão de “Ecce homo” já rendeu 2.000 euros Reuters

Um mês depois do famoso "restauro", Cecilia Giménez quer o direito de autoria.

Cecilia Giménez considera que lhe são devidos direitos autorais a partir do momento em que a Fundação Hospital Sancti Spiritus, proprietária do santuário onde está exposta a pintura, começou a cobrar pelo acesso ao templo na consequência do enorme interesse demonstrado na nova versão, informa o jornal El Mundo.

O mesmo jornal revela que a bilheteira foi instalada há quatros dias e as receitas já foram de 2.000 euros.

Ainda segundo o El Mundo, esta situação perturbou a restauradora e a sua família. O caso está agora nas mãos dos seus advogados, com o objectivo de conseguir uma compensação da Fundação.

Durante este mês, a Fundação registou a propriedade sobre o fresco e convocou um concurso internacional de pintura de temática religiosa.

Desde o conhecimento público dos retoques amadores à pintura do século XIX que decora o santuário da Misericórdia, na cidade de Borja, Saragoça - e que a tornou a irreconhecível - que não se parou de falar no assunto e de satirizar o acontecimento.



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