A reunião do júri, que decorre no Palácio Gustavo Capanema, sede do Centro Internacional do Livro e da Biblioteca Nacional, começa às12h locais (16h, hora de Lisboa).
A professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa Clara Crabbé Rocha (filha de Miguel Torga, o primeiro galardoado com o Prémio Camões, em 1989) e o escritor e jornalista (director do Jornal de Letras) José Carlos Vasconcelos são os membros portugueses do júri, que é completado pelos brasileiros Alcir Pécora, crítico e professor da Universidade de Campinas, e Alberto da Costa e Silva, embaixador e membro da Academia Brasileira de Letras, e pelo escritor e professor universitário moçambicano João Paulo Borges Coelho e pelo escritor angolano José Eduardo Agualusa.
Nas anteriores 24 edições, Portugal e Brasil foram distinguidos por dez vezes cada, a última das quais, respectivamente, nas figuras de Manuel António Pina (2011) e de Dalton Trevisan (2012). Assim, esta edição poderá distinguir um escritor africano. Angola teve, até ao momento, dois escritores citados: Pepetela, em 1997, e José Luandino Vieira, que, em 2006, recusou o prémio. De Moçambique, foi premiado José Craveirinha (1991) e, de Cabo Verde, Arménio Vieira (2009).

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