Alberto Carneiro é escultor. Nasceu em 1937 numa aldeia perto de Trofa.
Em entrevista à jornalista Anabela Mota Ribeiro com fotografias de Paulo Pimenta, o artista começa e acaba a falar de uma cerejeira, a única árvore que havia no quintal de casa dos pais e onde construiu uma casa.
Da infância e das memórias de São Mamede de Coronado, aldeia perto da Trofa onde nasceu em 1937, ao ofício de santeiro e à vida em Londres, ao regresso a Portugal e à exposição “Arte Vida/Vida Arte”, que inaugurou em Serralves, que o escultor queria que fosse uma exposição-manifesto.
Alberto Carneiro tem coisas para dizer. Tem coisas para fazer. Agora, anseia pelo momento em que possa, de novo, usar a electrosserra.
Leia mais na revista 2 com a edição impressa do PÚBLICO deste domingo.

Comentar