A morte da cantora Amy Winehouse, ocorrida a 23 de Julho do ano passado, continua envolta em polémica. Segunda-feira ficou a saber-se que a investigação judicial sobre a sua morte será alvo de nova audiência - ou seja, as conclusões da investigação sobre as circunstâncias vão agora ser reavaliadas, depois de ter sido descoberta uma irregularidade no processo.
A decisão de reabrir a investigação judicial acontece um ano depois da demissão da juíza forense Suzanne Greenaway – que dirigiu as investigações e presidiu à apuração inicial – por não estar qualificada para exercer o cargo. Não tinha cinco anos de experiência, como é requerido no Reino Unido, e, veio a saber-se mais tarde, havia sido nomeada pelo marido, Andrew Reid, um juiz forense que também renunciou ao cargo no início deste mês.
Foi a investigação conduzida por Suzanne Greenaway que determinou, em 2011, que a cantora britânica morreu de forma acidental devido a ingestão de uma grande quantidade de álcool, depois de um período de abstinência. Agora esse veredicto pode ser revisto.
A nova audiência acontecerá a 8 de Janeiro no tribunal de St Pancras, em Inglaterra, assinalou um porta-voz do conselho municipal do bairro londrino de Camden, onde residia a cantora de 27 anos.
Causas da morte de Amy Winehouse vão ser reavaliadas
Irregularidades no processo conduzem a uma nova audiência a 8 de Janeiro.

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