Alex Cameron traz mais tragédia, mas agora em néon comercial.

  • Alex Cameron traz mais tragédia, mas agora em néon comercial.

  • A segunda aventura da agência secreta britânica confirma que Matthew Vaughn quer fazer filmes de 007 da era Moore - mas de Julianne, não Roger.

  • O que é Mãe!, a delirante alegoria surrealista de Darren Aronofsky? Temos a impressão que não é, ainda, agora que o vamos saber.

  • Soul fantasmagórica, espacial, oceânica, marcada por uma voz celestial. Entra-se no álbum de estreia de Moses Sumney e nunca mais se sai dele.

  • E se fosse este o grande filme sobre a crise nacional? Obra-prima, Fábrica de Nada? Estamos convencidos que sim.

  • Na exploração e na jogabilidade, Samus Returns é sólido; na atmosfera que impregna, o jogador é um jogador deixado melhor. Metroid está onde merece, está nas mãos dos fãs.

  • Graças a Adriana Queiroz, Lisboa ouviu Kurt Weill, o que tem sido raro nos últimos tempos. E num espectáculo que, sem cedências, o dignificou.

  • Mostrando-se mais apaziguado com a tragicidade da vida, Knausgård torna a cartografar com minúcia o mundo em seu redor.

  • Nem filme de velho, nem filme de velhinho moderno: o veterano alemão Volker Schlöndorff assina um sereno drama clássico à moda antiga.

  • Três curtas-metragens portuguesas, com passagens marcantes em festivais internacionais, que atestam, através dos universos pessoais dos seus autores, a vitalidade e a diversidade da cinematografia portuguesa.