Cristina Kirchner

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  • Três líderes da esquerda na América Latina saudaram a reeleição do Presidente Hugo Chávez para mais seis anos de mandato à frente dos destinos da Venezuela: a Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, assim como os chefes de Estado do Equador e da Bolívia, Rafael Correa e Evo Morales, respectivamente, todos felicitaram a nova conquista de Chávez.

  • O pódio da lista das mulheres mais poderosas do mundo, elaborada pela Forbes, não tem novidades este ano: tal como em 2011, Angela Merkel leva a medalha de ouro, Hillary Clinton ocupa o segundo lugar e Dilma Rousseff fica em terceiro. Mais abaixo na lista das 100 mais poderosas há estreantes, como Jennifer Lopez e Laurene Powell Jobs, viúva do fundador da Apple.

  • O senador republicano Richard Lugar apresentou ao Congresso norte-americano um projecto de resolução que pede a suspensão da presença da Argentina no G20, por considerar que, com a nacionalização da YPF, uma filial da Repsol, Cristina Kirchner “violou as normas e os acordos internacionais”.

  • O senado da Argentina aprovou, com 63 votos a favor e três contra, a controversa proposta de nacionalização da companhia petrolífera YPF, até aqui controlada pela espanhola Repsol. A proposta foi uma iniciativa da Presidente argentina, Cristina Kirchner, que garantiu assim o apoio legislativo à recuperação de 51% do capital da YPF.

  • A petrolífera YPF, filial da companhia espanhola Repsol, deverá voltar para as mãos do Estado argentino 13 anos depois da privatização. A proposta de nacionalizar a empresa foi hoje apresentada ao Congresso argentino pelo Governo de Cristina Kirchner. Espanha procura apoio da União Europeia e da comunidade ibero-americana num conflito diplomático à vista.

  • Uma reunião da Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, com os governadores de dez províncias petrolíferas – e a notícia de que o Governo de Buenos Aires poderá estar prestes a nacionalizar a companhia petrolífera YPF, onde a espanhola Repsol é accionista maioritária – bastaram para o Governo de Mariano Rajoy endurecer o discurso, com o apoio de Bruxelas, em relação à Argentina.

  • De pescoço descoberto, a mostrar a cicatriz da operação à tiróide, a Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, regressou nesta sexta-feira à Casa Rosada e acusou o primeiro-ministro britânico David Cameron de querer fazer da Argentina um país “violento” a propósito do diferendo sobre as ilhas Malvinas.