Nos próximos seis anos quase metade das linhas férreas do país vão entrar em obras, mas a lógica é privilegiar as mercadorias. Linha de Cascais e parte das do Oeste e Douro ficam de fora.

  • Nos próximos seis anos quase metade das linhas férreas do país vão entrar em obras, mas a lógica é privilegiar as mercadorias. Linha de Cascais e parte das do Oeste e Douro ficam de fora.

  • Política comercial inovadora determinou acréscimo de passageiros, mas empresa não tem comboios nem melhores linhas férreas para melhorar serviços.

  • Contrato de manutenção de 10,6 milhões assinado com a EMEF vai voltar a pôr nos carris veículos que estavam parados.

  • Contando com uma grande afluência de foliões aos serviços ferroviários, a CP criou uma tarifa especial para quem se desloque às cidades com festividades carnavalescas.

  • O troço tem apenas 46 quilómetros e é fundamental para voltar a integrar a linha da Beira Baixa na rede ferroviária nacional visto que na Guarda entronca na linha da Beira Alta.

  • Processo começa em Março com três anos de atraso. Mudanças nos dez comboios custarão 18 milhões de euros. A cor vermelha das composições dará lugar ao branco e cinzento.

  • Venda de capital está "para breve", mas há pouco interesse em ser accionista da empresa. “A MSC se quiser que fique com os 5%”, diz a Comissão de Trabalhadores.

  • O contrato de venda de 95% do capital da CP Carga à operadora ferroviária suíça MSC garantiu ao Estado receitas de dois milhões de euros.