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Nesta hora de regozijo, urge não só recordar o tortuoso caminho que nos permitiu chegar aqui mas também relembrar que ainda há muito trabalho a fazer.

  • Nesta hora de regozijo, urge não só recordar o tortuoso caminho que nos permitiu chegar aqui mas também relembrar que ainda há muito trabalho a fazer.

  • Quando Manuela e Gregório eram mais novos, não havia cartões multibanco, nem empréstimos bancários. Em 1972, a taxa de poupança das famílias chegou a ultrapassar os 30,5%; no final de 2016, situava-se em 4,1%. Hoje, nas gerações mais novas, há quem prefira viver o dia-a-dia, ter “experiências”.

  • Em 2016, o economista francês pedia cortes nos salários para Portugal evitar uma recessão profunda. Agora diz que o grande problema já não é a falta de competitividade.

  • Olivier Blanchard, ex-economista chefe do FMI, defende que a consolidação orçamental em Portugal “deveria ser mais lenta do que dizem as regras europeias”.

  • Para além da competência deste Governo, o estado de graça do crescimento económico português goza de um efeito que se tornou estrutural durante o Governo de Passos

  • Indicadores divulgados pelo Banco de Portugal apontam para uma estabilização do consumo privado.

  • Agência espera que Portugal cresça 1,4% em 2018.

  • Presidente da República não quer que país perca tempo a discutir quem teve o mérito dos bons resultados económicos.