Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o 'canal de comunicação' entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.

  • Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o 'canal de comunicação' entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.

  • Estudo publicado esta segunda-feira sugere que os exercícios cognitivos vendidos por empresas para melhorar as capacidades neurológicas não trazem mais benefícios do que um simples videojogo.

  • Lançado um estudo global para descobrir como a privação de sono pode afectar o nosso cérebro. Tem a duração de três dias e pode ser feito por qualquer pessoa, em qualquer parte do globo.

  • Trabalho seminal sobre o controlo dos movimentos na origem da distinção.

  • Descoberta de disfunção em células da glia, células nervosas que não são neurónios, pode ajudar a controlar os sintomas neurológicos de outras doenças. Cientista português participou no estudo publicado na revista Cell Reports.

  • Numa revisão de estudos sobre a relação entre a prática de exercício físico e o cérebro, duas neurocientistas da Universidade de Nova Iorque concluem que uma única sessão de esforço pode fazer a diferença e trazer benefícios.

  • Nos arganazes-do-campo descobriu-se, pela primeira vez, a ligação entre áreas cerebrais que são activadas para permitir a criação de vínculos duradouros entre os indivíduos.

  • Às reservas de ordem jurídica acrescentam-se questões de natureza metodológica e científica: pode a mentira ser reduzida à mera assinatura neuronal?

  • Será lançado o livro Os Trilhos da Neurorradiologia depois da Primeira Angiografia Cerebral, que assinala os 90 anos desta invenção.

  • Quatro instituições, incluindo a Fundação Bill e Melinda Gates e a Fundação Calouste Gulbenkian, juntaram-se para atribuir mais de 24 milhões de euros à investigação biomédica durante cinco anos.