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A Economia Social, no sentido de sector da economia constituído pelas organizações de economia social (associações, mutualidades, cooperativas, fundações, irmandades da Misericórdia, Centros Sociais paroquiais, institutos religiosos, baldios e outras), é vista muitas vezes da seguinte maneira: reconhece-se-lhe interesse “social”, mas considera-se que tem pouco interesse “económico”.

  • A Economia Social, no sentido de sector da economia constituído pelas organizações de economia social (associações, mutualidades, cooperativas, fundações, irmandades da Misericórdia, Centros Sociais paroquiais, institutos religiosos, baldios e outras), é vista muitas vezes da seguinte maneira: reconhece-se-lhe interesse “social”, mas considera-se que tem pouco interesse “económico”.

  • Todos os anos, na primeira aula de Introdução ao Estudo do Direito que dou aos alunos recém-chegados à universidade, faço uma simulação: peço-lhes para imaginarem que o planeta sofreu um cataclismo de proporções bíblicas e que nós (eu e os alunos na sala) somos os únicos sobreviventes; depois, nesse contexto, peço-lhes que me digam o que fazer.

  • Escrevo o primeiro artigo de uma série que um conjunto de professores da Universidade Católica Portuguesa, do Porto, irá escrever em cooperação como PÚBLICO. É oportuno, portanto, como responsável institucional, que deixe aqui uma nota introdutória, por conta desta aventura.